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O Realme 9 Pro Plus é um smartphone Android completo, que não tem muito a invejar aos mais avançados dispositivos. Surpreendente é sua tela Touchscreen de 6.4 polegadas, que coloca esse Realme no topo de sua categoria. A resolução também é alta: 2400x1080 pixel. Quanto às funções, no Realme 9 Pro Plus realmente não falta nada. Começando pelo conectividade Wi-fi e GPS. A transferência de dados e navegação web sao fornecidas pela rede UMTS, mas não suporta tecnologias mais recentes, tais como HSDPA. Enfatizamos a boa memória interna de 128 GB mas sem a possibilidade de expansão.

Este Realme 9 Pro Plus é um produto com poucos concorrentes em termos de multimídia graças à câmera de 50 megapixels que permite ao Realme 9 Pro Plus tirar fotos fantásticas com uma resolução de 8165x6124 pixels e gravar vídeos em 4K a espantosa resolução de 3840x2160 pixels. Muito fino, 8 milímetros, o que torna o Realme 9 Pro Plus realmente interessante.


Sistema Operacional 
Android 12 Realme UI 3.0
Disponibilidade 
2022/1
Dimensões 
160.2 x 73.3 x 7.99 mm
Peso 
182 gramas





REDE
Sim Card Nano
Dual Sim 
Dual stand-by
Gsm 
Quad Band (850/900/1800/1900)
HSPA+
Sim
LTE 
Sim
5G 
Sim
Velocidade máxima de download *****
Velocidade máxima de upload *****





DADOS TÉCNICOS

Processador 2x 2.5 GHz Cortex-A78 + 6x 2.0 GHz Cortex-A55
Chipset Dimensity 920 MediaTek
64 Bit Sim
GPU Mali-G68 MC4
RAM 8 GB
Memória Max 128 GB
Memória Expansível Não






TELA

Polegadas 6.4
Resolução 1080 x 2400 pixel
Densidade de pixels 411 ppi
Tipo Super AMOLED
FPS 90 Hz
Cores 16 milhões
Proteção Gorilla Glass 5





CÂMERA
Megapixel 50 Mp + 8 Mp + 2 Mp
Resolução 8165 x 6124 pixel
Tamanho do Sensor 1/1.56 " + 1/4 "
Aperture Size F 1.8 + F 2.2 + F 2.4
Estabilização Digital
Ângulo máximo 119 °
Autofoco Sim
Foco por toque Sim
Flash LED
HDR Sim
Dual Shot Sim
Localização Sim
Detecção facial Sim
Câmera Frontal 16 Mp F 2.4





VÍDEO
Resolução da gravação 4K (2160p)
Auto focagem de vídeo Sim
FPS da gravação 30 fps
Estabilização de vídeo Sim
Slow Motion 960 fps
Vídeo HDR Sim
Dual Rec Sim
Stereo Sound Rec Sim
Vídeo Câmera Frontal Full HD, 30fps
Opções da Câmera Frontal HDR/Face Detection/EIS





CONECTIVIDADE
Wi-Fi 802.11 a/b/g/n/ac/6
Bluetooth 5.2 com A2DP/LE/aptX HD
USB Type-C 2.0
NFC Sim
GPS A-GPS/GLONASS/BeiDou



SENSORES
Acelerômetro Sim
Proximidade Sim
Giroscópio Sim
Bússola Sim
Impressão digital Sim
Mic. de Redução de Ruído Sim





FUNÇÕES
Radio FM Não
Tv Não
Vibração Sim
Viva Voz Sim
Outros Wi-Fi hotspot, USB OTG

BATERIA 
Tipo LiPo
Ampere 
4500 mAh




















Todos estão focados no que parece ser o caminho rápido para ganhar dinheiro com criptomoedas, mas não sabemos qual inovação pode estar por vir.

Adobe Stock, Web3, um conceito cada vez mais popular que conecta assuntos como blockchain e criptomoedas

Web3 é uma ideia que está gerando muito entusiasmo no momento nas comunidades de tecnologia de negócios. Simplificando, a ideia é que estamos caminhando para a terceira iteração da internet – seguindo a world-wide-web e a mídia social. Embora haja muito debate em andamento sobre o que exatamente será a web3, um breve resumo é que ela será descentralizada, sem confiança e sem permissão, gerenciada de forma autônoma por meio de inteligência artificial (IA) e construída na tecnologia blockchain.

Portanto, certamente há muito hype em torno da ideia, mas o que ainda não está totalmente claro é quanto valor ela está realmente criando. De fato, alguns expressaram temores de que possamos estar caminhando para uma situação semelhante A que estávamos com a internet 1.0 durante os últimos anos do século 20. Isso nos colocaria em rota de colisão com outro acidente de “estouro de bolhas” – assim como o da pontocom de 2000.

Esta é uma ideia que foi apresentada por alguns pensadores proeminentes no campo da tecnologia. Uma pessoa com quem falei sobre isso é ninguém menos que Tim O’Reilly – o fundador da O’Reilly Media e alguém que ajudou a cunhar o termo “web 2.0” (assim como o termo “open source”)

Preparamos um vídeo em nosso canal para você conhecer mais sobre a Web 3.0

Crash das pontocom criou a internet atual
Vamos dar uma olhada nisso com um pouco mais de profundidade. Em primeiro lugar, se for verdade, então seria realmente uma coisa terrível? Afinal, o crash das pontocom levou ao surgimento da internet como a conhecemos hoje. Sim, muitos investidores e capitalistas de risco perderam dinheiro, mas isso realmente teve tanto impacto no dia-a-dia da pessoa média? Certamente é discutível.

Mas as coisas são um pouco diferentes desta vez. Após o crash das pontocom, vários negócios que já haviam se estabelecido, como tendo os modelos de negócios viáveis ​​que formariam as bases da internet, entrando no século 21, conseguiram prosperar e crescer. Estou falando de empresas como Google e Amazon. Talvez até o SixDegrees – frequentemente citado como a primeira rede social – que pode não estar por aí agora, mas sem dúvida lançou grande parte das bases que mais tarde foram adotadas pelo MySpace e depois pelo Facebook.

O problema aqui é que ainda não parece haver um equivalente desses inovadores no domínio da web3. Com isso, quero dizer empresas que estão criando valor real com novos modelos de negócios e casos de uso que simplesmente não seriam possíveis sem esta última iteração da experiência online.

Divisor de águas
Então, se tudo desmoronar, pode muito bem não haver mais nada para se levantar, como uma fênix, das cinzas e inaugurar o admirável mundo novo e descentralizado que nos dizem que está esperando por nós.

Essa é uma visão apresentada por O’Reilly (e outros), e uma das razões pelas quais ele acredita que todos nós podemos ser um pouco prematuros em nossa empolgação e entusiasmo por todas as coisas da web3. Juntando-se a mim para uma conversa recentemente, ele me disse: “A maneira como penso sobre isso é que há um pouco de incompatibilidade de tempo entre o frenesi e a realidade. A internet surgiu pela primeira vez no final dos anos 60, mas não foi até a world wide web que surgiu, em 91 ou 92, onde nós realmente tínhamos o ‘aplicativo matador’ para a internet. O e-mail era ótimo, mas não era o divisor de águas.”

Se você está acompanhando o hype e o entusiasmo que se acumularam em torno do conceito de uma web3 descentralizada e autônoma, é possível sugerir que os NFTs – tokens não fungíveis – como o “aplicativo matador”. Afinal, eles são vendidos para nós com base em seu potencial de permitir que os ativos digitais tenham qualidades como escassez e singularidade. Isso certamente soa como se fosse um divisor de águas em um mundo onde o metaverso – realidades digitais onde vivemos nossas vidas em ambientes imersivos – está aparentemente presente. Em tal mundo, para que qualquer coisa – de uma casa a um par de sapatos – tivesse valor, não precisaria ser único, para que não pudesse ser copiado e colado para criar uma quantidade infinita de duplicatas?

Bem, é uma possibilidade, mas O’Reilly não está necessariamente convencido: “Estou um pouco mais interessado em DAOs (organizações autônomas descentralizadas) – porque acho que há algo realmente potencialmente interessante lá".

DAO é um conceito que tem sido descrito como uma “comunidade na Internet com um banco compartilhado”. Eles agem de forma semelhante a empresas ou organizações estatutárias no sentido de que os membros são obrigados a seguir um conjunto de regras e regulamentos. A diferença é que as regras são regidas por contratos inteligentes baseados em blockchain que podem executar funções automaticamente – como fazer pagamentos – quando os termos são cumpridos.

“Mas ainda é tão cedo… aqui estamos nós bem no começo… se você pensar no primeiro mecanismo de busca, o Web Crawler foi em 1994 – e você começou a ter essa coisa chamada CGI, onde você poderia ter um site dinâmico em vez de um site estático, mais ou menos na mesma época, estamos nesse estágio – então temos a bolha do estágio final cinco anos mais cedo. Há enormes fortunas sendo feitas, muito antes de a tecnologia ser realmente desenvolvida ou os jogadores vencedores surgirem".

“Se combinarmos as linhas do tempo… o ‘cripto Google’ ainda não está aqui. Pode não estar aqui por mais cinco anos e, no entanto, as empresas estão sendo avaliadas como se já estivessem neste futuro dominante e de trabalho.”

Internet atual começou com pay-per-click
O que está faltando é a forma de gerar valor real – o que muitas vezes significa dinheiro. Com a primeira iteração da internet, pode-se dizer que isso não aconteceu até a invenção da publicidade pay-per-click (PPC), pioneira do Google no início dos anos 2000. Antes disso, as empresas saltaram para vários movimentos, começando com o conceito de sites comerciais e depois passando para a publicidade em banners. Embora ambos tenham cumprido seu propósito de permitir que organizações comerciais estabeleçam presença na nascente rede mundial de computadores e comecem a desenvolver uma pegada digital, isso não trouxe a aceitação geral da internet como um canal para negócios e marketing e entrega de novos clientes. experiências.

O’Reilly me diz: “Há tantas áreas em que alguém vai inventar uma maneira totalmente nova de fazer algo, da mesma forma, a publicidade PPC foi totalmente transformadora do negócio de publicidade – e é aí que coisas como DAOs são interessantes… tem alguns elementos diferentes que o tornam mais poderoso, então as pessoas podem se unir e podem financiar um projeto coletivamente… , como você realmente compra ativos do mundo real e os controla … mas adivinhe – era assim que a web funcionava nos primeiros dias!”

É certamente muito cedo para tudo o que está envolvido com o conceito web3 agora. Embora todos pareçam estar focados no que parece ser o caminho mais rápido e fácil para ganhar muito dinheiro oferecido por NFTs ou criptomoedas, não temos como saber qual inovação real pode estar por vir. Se a web3 e todos os conceitos que ela abrange – de DAOs a criptomoedas – realmente puderem resolver problemas, como os enormes requisitos de infraestrutura para executar os sistemas organizacionais e financeiros existentes, e a confiança para unir tudo isso, poderia dar o pontapé inicial na revolução que foi dito que está chegando. Mas há muito mais que precisa ser trabalhado antes de chegarmos a esse ponto, e possivelmente uma jornada acidentada para algumas das empresas e indivíduos que já estão investindo dinheiro nisso.

Via: Forbes

Conforme os conflitos bélicos avançam no território ucraniano e a internet convencional vem se tornando cada vez menos confiável, com quedas e interrupções constantes, formas alternativas para realizar transações de Bitcoin (BTC) vêm sendo desenvolvidas.


Uma rede mesh é uma topologia de rede de comunicação local que permite que os periféricos se conectem diretamente uns aos outros de maneira colaborativa, não hierárquica, permitindo a transmissão de dados.

Por sua vez, os engenheiros e programadores ucranianos estão se juntando para construir uma rede mesh que permita a transmissão de transações de bitcoin mesmo sem acesso à internet, que vem sendo afetada pela guerra.


“Criamos um fundo dedicado para suporte de infraestrutura de rede #Ukraine #internet, móvel e #mesh ; desenvolvimento de métodos alternativos de pagamento e mensagens baseados em #bitcoin – e #lightning

Doações em BTC: bc1qflh4hlc6z6ke25ksv4g8t9gac740xsv6zvprr33cqxvv3l703xksmfnl2j “

Uma transação de bitcoin é simplesmente um conjunto de informações contendo, dentre outras coisas, a assinatura da chave privada do endereço de envio, e que pode facilmente ser feita mesmo sem acesso à internet.

Porém, para que a transação seja processada e registrada na timechain -como diria o próprio Satoshi Nakamoto-, é necessário que a transação seja transmitida para os demais nós da rede.

Normalmente, esta comunicação é feita através da internet convencional. Contudo, qualquer meio de comunicação, como rádio ou telégrafo são capazes de transmitir o arquivo da transação para um nó com acesso a internet.

Alguns brasileiros exploraram bem este recurso ao enviar uma transação de bitcoin via rádio por código morse utilizando a lua como um refletor natural.

Em uma situação onde não há internet, após o arquivo da transação ser enviado por alguma rede alternativa, como sinais de rádio, o arquivo deve chegar a algum nó com acesso a internet, e em seguida ser retransmitindo para toda a rede.

É exatamente isto que estão construindo na Ucrânia neste exato momento, como uma forma para permitir que usuários façam normalmente transações de bitcoin.

Esta é provavelmente a primeira grande aplicação de uma rede mesh para transações de bitcoin em uma situação real de necessidade.

A maioria das tentativas até então foram simplesmente provas de conceito, capazes de demonstrar que a tecnologia é de fato viável e possível.

O governo de El Salvador no ano passado, quando apresentou ao mundo a sua intenção de se integrar ao Bitcoin, anunciou que satélites seriam direcionados para o país com intuito de permitir transações de btc sem internet.

Até o momento, não houveram mais informações sobre o projeto, que deve ser implementado nos próximos anos.

Informações vazadas apontam que linha Galaxy M, de entrada, é a próxima a abolir o acessório

Shuttersock, Sede da Samsung em Amsterdam, na Holanda

Quando a Apple anunciou que deixaria de enviar o carregador com o iPhone, a Samsung mais do que rápido aloprou a concorrente, apenas para pouco tempo depois fazer a mesma coisa com as linhas Galaxy S e (a finada) Note. Até então, pensava-se que a companhia manteria a estratégia apenas com os celulares e tablets de ponta, mas não é o caso.

O Galaxy F23, um modelo intermediário lançado inicialmente na Índia, não conta com o carregador na caixa, e segundo informações vazadas por parceiros comerciais, o mesmo será aplicado aos modelos da linha Galaxy A . De fato, a Samsung se prepara para deixar de oferecer o acessório em toda a sua linha mobile.

A mudança foi divulgada pelo insider Yogesh Brar, e as informações publicadas pelo site Onsitego. O Galaxy F23 é um celular equipado com processador Snapdragon 750G, 4 ou 6 GB de RAM, 128 GB de espaço interno, um conjunto triplo de câmeras na traseira, bateria de 5.000 mAh e Android 12. Para todos os fins e feitos legais, ele cai na categoria intermediária.


Ele possui preço sugerido partir de 17.499 rúpias no modelo com 4 GB de RAM, cerca de R$ 1,1 mil em conversão direta, mas segundo Brar, ao verificar a embalagem do produto, foi constatado que o Galaxy F23 não será vendido com o carregador, deixando para os usuários a opção de ou usar acessórios antigos, ou comprar um novo por conta própria.

O movimento da Samsung não é totalmente isolado, em verdade o Galaxy A13 5G, lançado em dezembro de 2021 e um produto considerado intermediário premium, de uma linha ligeiramente acima da linha Galaxy F e abaixo da Galaxy S, já vem sem carregador e fones de ouvido na caixa.

Até então, a política de não incluir o carregador estava restrita às linhas Galaxy S, Z Fold e Z Flip, mudanças essas adotadas em 2021, meses após a Apple iniciar o movimento com a linha iPhone 12, enquanto também removeu o acessório dos modelos mais antigos que ainda vende.


De fato, hoje nenhum iPhone novo sai da caixa com carregador; ela continua por enquanto a enviá-lo com os iPads, no que a Samsung já se adiantou nesse sentido.

Até o Galaxy A13 5G, acreditava-se que a Samsung iria restringir o não envio de carregadores a seus modelos de celulares mais caros, mas a inclusão de um intermediário premium na lista de dispositivos contemplados mostrou que o plano é deixar de enviar o acessório na totalidade, independente da categoria do gadget e para qual faixa de consumidor ele é dedicado.

A Apple usou como desculpa o "compromisso com o mio ambiente", em um esforço para diminuir a geração de lixo eletrônico, pelo qual diversas companhias tech vêm sendo pressionadas. Na União Europeia, a exigência está atrelada à adoção da USB-C como porta padrão para todos os dispositivos eletrônicos, ainda que a maçã se recuse veementemente a abdicar do controle sobre a porta Lightning.

Paralelo a isso, a Apple declarou acreditar que o mercado mobile seguiria seu exemplo, o que aconteceu de fato. Mesmo que a Samsung tenha zoado a concorrente para depois fazer a mesma coisa, vale lembrar que com a porta para fone de ouvido foi a mesma coisa.

O Galaxy F23 será o primeiro aparelho da Samsung voltado a usuários de menor poder aquisitivo a não oferecer o carregador na caixa, que muito provavelmente também não traz o fone de ouvido, se usarmos o exemplo do Galaxy A13 5G, mas não para por aí.

Segundo listagens de futuros lançamentos de uma varejista europeia, tanto o Galaxy M23 quanto o Galaxy M33, que compõem a atual linha de entrada da fabricante sul-coreana, também não virão com o carregador na caixa. A Samsung não confirmou os rumores, mas se os mais recentes lançamentos servirem como referência, muito em breve, nenhum celular da empresa virá com o acessório.

A Samsung é por enquanto a única, depois da Apple, a adotar uma estratégia para não mais oferecer carregadores gratuitamente com celulares, e a primeira a estender a regra a tablets. Ao menos por enquanto, concorrentes na plataforma Android como Motorola, Realme, Xiaomi, Redmi e outras continuam oferecendo o componente, mas não se sabe se isso vai durar.

Se depender de Apple, Samsung e pressões externas, e se a tendência se expandir no futuro, os consumidores terão que se virar com um carregador geral homologado e potente para carregar todos os seus gadgets, e quando ele pifar, comprar outro do próprio bolso.

Artes com personagens do Cobra Kai foram compartilhadas por atores e diretores da série

Série derivada do clássico dos anos 1980 Karate Kid, Cobra Kai é um dos maiores sucessos do Netflix, cuja quarta e mais recente temporada soma mais de 300 milhões de horas assistidas dentro da plataforma de streaming, tendo ficado no Top 10 por mais de um mês. O sucesso também puxou para o ranking as temporadas anteriores.



A série, que resgata a saga de Karate Kid e movimenta toda uma legião de fãs em todo o mundo acaba por influenciar outras produções culturais. Uma série de sete fanarts que trazem personagens de Cobra Kai inseridos no universo do tradicional Street Fighter é o reflexo que a série projetou no trabalho do artista conceitual Andre Meister. O crossover de universos se tornou um sucesso instantâneo no Instagram entre fãs da série e do jogo, e também de atores e do produtor de Cobra Kai.

O trabalho de Meister chamou atenção de Jon Hurwitz, um dos criadores de Cobra Kai. O produtor compartilhou no feed do Instagram duas das fanarts criadas pelo Brasileiro, uma delas para o personagem Johnny Lawrence, o protagonista de Karate Kid, interpretado por William Zabka. Diversos atores da série também compartilharam as artes de Meister em suas redes sociais: Martin Kove (John Kreese), Mary Mouser (Samantha Larusso), Jacob Bertrand (Hawk), Oona O'brien (Devon Lee) e Jesse Kove (Captain David). Por sua vez, Xolo Mariduena, o ator que faz o Miguel Diaz, começou a seguir o artista no Instagram.

A inspiração para dar início ao projeto é explicada por Meister: “A ideia veio no meio da onda de Covid-19, no começo do ano. Estava um caco, em casa, sem poder fazer muita coisa, então pra relaxar maratonei a quarta temporada de Cobra Kai. Não estava com muita energia pra desenhar, mas dava pra passar um pouco de tempo brincando e fazendo sketches. Gosto de misturar conceitos das coisas e muitas vezes vi animes reimaginarem personagens em roupagens interessantes. Sou muito fã das séries de jogos de luta dos anos 1990/2000, particularmente Street Fighter Alpha 2 e 3, e resolvi reimaginar os personagens como se fizessem parte desses jogos. Foi muito divertido e me pôs em contato novamente com muitas influências antigas que a gente vai deixando de lado enquanto procura um espaço no mercado”, explica.

Este conceito com ares nostálgicos, segundo Meister, chamou a atenção dos fãs e profissionais da série: “Acho que foi isso que despertou o interesse nos fãs da série e consequentemente no elenco e direção. Quando a coisa é feita com muita paixão e despretensão, ela tende a ser mais ‘honesta’, e isso ressoa muito com as pessoas. Ver que eles reconheceram isso e curtiram foi muito gratificante e me deu a sensação de que fiz um ótimo trabalho - embora tenha sido uma brincadeira e não um esforço propriamente comercial”, adiciona o artista.

Outro ponto de convergência entre Cobra Kai e a arte de Andre Meister é a música, afinal, a série tem uma trilha sonora repleta de Hard Rock dos anos 1980. Inclusive, o lendário vocalista do Twisted Sister, um dos maiores nomes do estilo que explodiu naquela década, Dee Snider, fez uma divertida participação em um dos episódios do spin-off.

Assista a participação de Dee Snider em Cobra Kai:  

O artista Andre Meister atua neste universo da música pesada ao produzir capas e conceitos para diversas bandas, criando mundos orgânicos com vida própria. Um dos mais recentes trabalhos de Meister nesta área é Panther, da renomada banda sueca Pain of Salvation, na qual criou a capa e diversas ilustrações para as páginas internas do encarte do álbum, lançado em CD e LP de edições luxuosas.

Conheça o trabalho de Andre Meister:


A invenção da internet é um assunto polêmico que divide opiniões e com pouco consenso. Há quem atribua o feito a Tim Berners-Lee, considerado o "pai da World Wide Web", mas afirmar isso seria desconsiderar conceitos fundamentais além da rede mundial de computadores. A internet é um conjunto de protocolos diversificados para interligação de pessoas e os websites são apenas uma das pernas de sustentação do ambiente online.

Na verdade, a internet é fruto do trabalho de dezenas de cientistas, programadores e engenheiros, cada qual com suas contribuições tecnológicas agrupadas para pavimentar o caminho conhecido hoje. Para entender melhor a origem é preciso retroceder várias décadas, do começo do século até o período da Segunda Guerra Mundial.


Muitos estudiosos já haviam antecipado a existência de redes mundiais de informação, como Nikola Tesla, que "brincou" com a ideia de um “sistema mundial sem fio” no início dos anos 1900, e pensadores visionários como Paul Otlet e Vannevar Bush, que conceberam sistemas de armazenamento de livros e mídia mecanizados ​​nas décadas de 1930 e 1940.

A internet propriamente dita surgiu da necessidade de comunicação durante o conflito político entre os Estados Unidos e a União Soviética pelo domínio tecnológico (e ideológico) mundial.

Arpanet e o começo da internet
O primeiro protótipo viável da internet surgiu no final dos anos 1960 com a criação da Arpanet (Advanced Research Projects Agency Network), ou Rede da Agência de Pesquisas em Projetos Avançados, em português. Originalmente conduzida pelo Departamento de Defesa dos Estados Unidos, com recursos da NASA e do Pentágono, a Arpanet usava comutação de pacotes, ou seja, a transferência de pequenos bits de dados através de redes diferentes para intercomunicação entre computadores.
A Arpanet chegou a conectar as principais universidades dos Estados Unidos (Imagem: Yngvar/Wikipedia)

Em 29 de outubro de 1969, a Arpanet conseguiu entregar sua primeira mensagem entre duas máquinas, ambas com quase o tamanho de uma casa, fisicamente distantes: uma estava em um laboratório de pesquisa na Universidade da Califórnia (UCLA) e outra na Universidade Stanford. A mensagem enviada era a palavra "Login", curta e simples, mas que não foi recebida com o sucesso desejado — apenas as duas primeiras letras chegaram no outro computador.

Depois, um novo teste envolveu o envio de uma mensagem um pouco maior: "Você está recebendo isso?". Ao ter a afirmativa rápida dos destinatários, ficou claro que a técnica havia funcionado.

Surgimento do TCP/IP
A tecnologia passou por diversos aprimoramentos na década de 1970, após os cientistas Robert Kahn e Vinton Cerf, ambos dos EUA, desenvolverem o Transmission Control Protocol/Internet Protocol (TCP/IP), um modelo de comunicação que estabeleceu padrões sobre a forma como os dados poderiam ser transmitidos entre várias redes simultâneas.

Quando você envia um e-mail para alguém, em vez de precisar estabelecer uma conexão com o destinatário antes de enviar, o e-mail é dividido em pacotes e pode ser lido assim que todas as frações são recebidas e remontadas do outro lado. É justamente isso que o TCP/IP fazia e foi o que garantiu o sucesso na transmissão de dados.

O modelo de TCP/IP segmenta dados em pacotes e usa a internet para enviar para ao destinatário (Imagem: Reprodução/DataRain)

A "parte TCP" é responsável por empacotar os dados antes que eles se movam pela rede e descompactá-los assim que chegarem. O componente "IP" atua como "coordenador de viagem" e mapeia o movimento das informações do ponto inicial ao ponto final ao estabelecer um "endereço virtual" para cada computador.

A Arpanet adotou o TCP/IP em 1º de janeiro de 1983, e isso possibilitou aos cientistas criarem inúmeras redes distintas. Dessa forma, agentes infiltrados na Rússia e outros países rivais dos EUA poderiam se comunicar com militares de sua terra natal sem precisar recorrer aos telefones, que poderiam ser grampeados, ou depender da lentidão das cartas.

A criação do WWW
O mundo online assumiu uma forma mais amigável às pessoas em 1990, quando o cientista da computação britânico Tim Berners-Lee inventou a World Wide Web. Embora seja frequentemente confundida com a própria internet, a teia mundial de computadores é somente o meio mais comum de acessar dados online na forma de sites e hiperlinks.

Em um laboratório da Suíça, no ano de 1989, Berners-Lee conseguiu criar um programa capaz de transformar dados em algo visível para as pessoas. Na época ele trabalhava para a Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear e não fazia ideia de que o WWW mudaria os rumos da internet.

Tim Berners-Lee é atribuído erroneamente como o "pai da internet", mas ele apenas criou um pedaço dela: a World Wide Web (Imagem: ITU Pictures/Visualhunt)

Para fazer tudo funcionar, o programador precisou criar uma linguagem específica para confecção dos sites (o HTML) e um protocolo de transmissão de informações (o HTTP). Essa "dupla dinâmica" perdurou por quase 20 anos e existe até hoje — sites em HTML são considerados ultrapassados e o protocolo HTTP ganhou uma camada extra de segurança, mas ambos ainda estão presentes em muitas páginas.

A criação da World Wide Web abriu caminho para a exploração comercial da internet, pois a fez deixar de ser um mero instrumento de comunicação entre universidades e departamento de defesas, para começar a invadir empresas e casas.

Cientistas reconhecidos
Tim Berners-Lee deu uma contribuição tão imensa para a humanidade que o fez receber o título de cavaleiro da rainha da Inglaterra em 2003. Atualmente, ele é professor na Universidade de Oxford, no Reino Unido, e no Massachusetts Institute of Technology, nos EUA.

Já os precursores Cerf e Kahn receberam em 2004 o prêmio A.M.Turing Award, o prêmio mais elevado no campo da tecnologia da informação. Vint Cerf tem 78 anos, extensa carreira acadêmica — com diversos títulos honorários e doutorados — e membro do ICANN (Internet Corporation for Assigned Names and Numbers). Já Robert Kahn também atua como professor, é dirigente da Bell Labs e presta consultorias para a Defense Advanced Research Projects Agency, nos Estados Unidos.

Graças a esses e outros gênios da academia, a internet pode chegar ao momento atual, com redes sociais, streaming e dispositivos inteligentes. A invenção desses estudiosos, em uma época em que tecnologia era algo distante, teve um impacto incalculável nos negócios, nas relações e na humanidade em geral.


Arma com sistema de identificação por impressão digital (Imagem: Reprodução/Biofire)

Armas inteligentes — que só disparam nas mãos de usuários autorizados — estão cadas vez mais próximas de chegar aos consumidores norte-americanos após quase duas décadas de polêmicas e controvérsias. Pistolas que usam leitor de digitais, sensor de aproximação e senha para atirar já entraram na fase final de testes no país.

A empresa LodeStar Works fez uma demonstração à imprensa e a investidores do setor de uma pistola 9 mm com esse sistema de personalização. Além dela, a SmartGunz também informou que um modelo similar, mais simples e com menos funções, já começou a ser testado por policiais do estado do Kansas, nos EUA.

“Nós nos inspiramos em histórias sobre crianças baleadas enquanto brincavam com armas de seus pais. As pistolas inteligentes podem impedir essas tragédias usando a tecnologia para autenticar a identidade de um usuário e desabilitar a arma caso alguém tente dispará-la”, explica o cofundador da LodeStar Gareth Glaser.

Arma com autenticação
As armas inteligentes usam basicamente dois tipos de sistemas para verificar a autenticidade de seus usuários. O primeiro utiliza tokens que funcionam por meio de radiofrequência (RFID), instalados em pulseiras, relógios, anéis e outros dispositivos vestíveis que fazem a confirmação com base na proximidade.

Modelo da SmartGunz em teste por policiais dos EUA (Imagem: Reprodução/SmartGunz)

Já o segundo método de verificação utiliza uma tecnologia de reconhecimento biométrico para liberar o funcionamento da arma após identificar características biológicas do usuário, como impressão digital, diagnóstico da palma da mão ou comprovação da empunhadura do proprietário.

“Com esses sistemas de verificação do usuário, essas armas inteligentes também podem ajudar a reduzir suicídios, tornar inúteis pistolas e revólveres perdidos ou roubados, além de oferecer segurança para policiais e guardas prisionais que não terão que se preocupar se seu armamento cair nas mãos de bandidos”, acrescenta Glaser.

Quanto vai custar
Para aumentar a segurança das armas, o modelo em testes da LodeStar possui um leitor integrado de impressão digital e um chip de proximidade ativado por meio de um aplicativo de celular. A empresa pretende lançar a pistola inteligente com preço estimado de US$ 895 (cerca de R$ 5 mil na cotação atual).

Já a variante desenvolvida pela SmartGunz virá com um sistema proprietário de identificação por radiofrequência que só libera o disparo quando um chip embutido na arma se comunica com outro usado pelo seu proprietário. A versão para policiais custará US$ 1.795 (R$ 10 mil) e o modelo para civis não sairá por menos de US$ 2.195 (cerca de R$ 12 mil).

A ideia é que esses dispositivos personalizados, em que o gatilho só é liberado se for apertado por utilizadores cadastrados, estejam disponíveis comercialmente ainda em 2022. “Após anos de tentativa e erro, a tecnologia foi avançada o suficiente e a microeletrônica dentro da arma está bem protegida. Estamos prontos para lançar nossos produtos para o consumidor final”, comemora Glaser.

Fonte: Reuters


Sistema Operacional Android 11 (Go Edition) TCL UI
Disponibilidade 2022/1
Dimensões 
165.2 x 75.5 x 8.9 mm
Peso 
190 gramas





REDE
Sim Card Nano
Dual Sim 
Dual Stand-by (também disponível single SIM)
Gsm 
Quad Band (850/900/1800/1900)
HSPA+
Sim
LTE 
Sim
Velocidade máxima de download 
300 Mbps
Velocidade máxima de upload 
150 Mbps





DADOS TÉCNICOS
Processador 2 GHz Quad Core
Chipset 
Helio A22 MediaTek MT6761
64 Bit 
Sim
GPU 
PowerVR GE8320
RAM 
2 GB
Memória Max 
64 GB
Memória Expansível 
MicroSDXC atè 512 GB




TELA
Polegadas 6.52
Resolução 
720 x 1600 pixel
Densidade de pixels 
269 ppi
Tipo 
IPS LCD
FPS 
60 Hz
Cores 
16 milhões




CÂMERA
Megapixel 13 Mp + 2 Mp + 2 Mp
Resolução 
4163 x 3122 pixel
Tamanho do Sensor 
1/3 " + 1/5 " + 1/5 "
Aperture Size 
F 2.2 + F 2.4 + F 2.4
Estabilização 
Digital
Ângulo máximo 
88.8 °
Autofoco 
Sim
Foco por toque 
Sim
Flash 
LED
HDR 
Sim
Localização 
Sim
Detecção facial 
Sim
Câmera Frontal 
5 Mp F 2.2



VÍDEO
Resolução da gravação Full HD
Auto focagem de vídeo 
Sim
FPS da gravação 
30 fps
Vídeo Câmera Frontal 
Full HD, 30fps
Opções da Câmera Frontal 
HDR/Face Detection


CONECTIVIDADE
Wi-Fi 802.11b/g/n
Bluetooth 
5.0 com A2DP
USB 
Type-C 2.0
NFC
Não
GPS 
A-GPS/GLONASS/BeiDou/Galileo

SENSORES
Acelerômetro Sim
Proximidade 
Sim
Giroscópio
Não
Bússola 
Sim
Impressão digital 
Sim


FUNÇÕES
Radio FM Sim
Tv
Não
Vibração 
Sim
Viva Voz 
Sim
Outros 
Wi-Fi Direct, Wi-Fi hotspot, USB OTG


BATERIA
Tipo LiPo
Autonomia conversação 
2460 minutos
Ampere 
5000 mAh


MKRdezign

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