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Especulações sobre o desenvolvimento do chamado Tesla Model Pi estão cada vez mais fortes, mas a empresa de Elon Musk ainda não confirmou se o projeto é real

Tesla Model Pi, o smartphone da Tesla que pode chegar ao mercado ainda este ano (Foto: Reprodução/YouTube)

Conhecida pela tecnologia que emprega especialmente no desenvolvimento de carros elétricos, a Tesla pode se aventurar pela fabricação de smartphones com o lançamento de um primeiro modelo ainda em 2022. As especulações sobre o desenvolvimento do chamado Tesla Model Pi estão cada vez mais fortes, mas a empresa de Elon Musk ainda não confirmou se o projeto é real.


Musk já chegou a tweetar sobre smartphones, dizendo que os modelos atuais são “a tecnologia de ontem”. A mensagem fez os entusiastas do Tesla Model Pi aumentarem a crença de que o bilionário pode investir em novos modelos de smartphone.

Todas as imagens do smartphone da Tesla que estão rodando a internet também foram criadas por entusiastas do projeto. O modelo pode ter uma tela de 6 polegadas com tecnologia AMOLED ou similar, além de um processador de alto desempenho.

Entre as apostas de especificações do aparelho estão o carregamento da bateria através de painéis solares instalados no dispositivo, algo que se encaixa com as tecnologias desenvolvidas pela Tesla.


Há também a possibilidade do Tesla Model Pi ter um sistema de fácil integração os os carros da empresa, permitindo um maior controle sobre as configurações e recursos do automóvel. Espera-se que as câmeras também sejam mais avançadas do que muitos modelos do mercado.

Há ainda quem acredite que smartphone usará o serviço Starlink, fornecido pela SpaceX, também de propriedade de Elon Musk. Com isso, o aparelho teria o serviço de banda larga rápida baseada em satélite.

Para os especialistas, caso o Tesla Model Pi seja real, é pouco provável que a empresa crie um sistema próprio para competir com Adroid e iOS. Com isso, as chances seriam de o smartphone utilizar o sistema Android.

Com as funções esperadas para o Tesla Model Pi, o modelo poderia custa entre US$ 800 e U$ 1.200.

Microsoft pressiona fabricantes parceiras a lançarem laptops com Windows 11 rodando exclusivamente em SSDs, a partir de 2023

A Microsoft está convencida do que boa parte dos usuários defende há anos: SSD é o Caminho, a Verdade e a Vida. Uma vez que você migra o SO do seu PC para uma unidade de estado sólido, você nunca mais usará um HD para boot de sistema.

O problema é que nem todas as OEMs parceiras pensam assim, e continuam colocando no mercado notebooks equipados com HDs, o que pode não durar muito tempo mais: a Microsoft estaria pressionando fabricantes que embarcam o Windows 11 em seus produtos, a usarem exclusivamente SSDs a partir de 2023.

Detalhe do interior de um disco rígido (Crédito: noelsch/Pixabay)

A informação veio de um relatório recente da empresa de análise e de recuperação de dados Trendfocus, no que a Microsoft não estaria satisfeita com o ritmo lento das OEMs em abandonar o HS em prol do SSD para boot, seja em unidades eMMC embutidas (em ultrabooks e outros modelos compactos), em modelos SATA tradicionais, ou os NVMe M.2, mais rápidos e modernos (e caros, claro).

Embora hajam alguns laptops de ponta que hoje só suportam M.2, boa parte dos fabricantes ainda preferem despachar modelos mais baratos de notebooks, voltados para consumidores de entrada, com discos rígidos como unidade de inicialização do sistema.

O motivo é simples: HDs são mais baratos, e permitem usar a marmotagem do "maior espaço disponível" do que o de um concorrente equipado com SSD, como se isso fosse uma vantagem relevante, que acaba colando em alguns casos.

A questão é sempre o custo. Embora os valores hoje estejam bem mais civilizados do que anos atrás, o preço médio do gigabyte em um SSD continua sendo, em média, pouco mais que o dobro que o mesmo espaço de armazenamento em um HD, e os "contadores de feijões" das OEMs usam tal dado como justificativa para continuar enviando laptops com discos rígidos às lojas, ignorando os benefícios das unidades de estado sólido. Tudo para fazer alguns trocados a mais.

No entanto, a Microsoft estaria farta das desculpas de seus parceiros comerciais, que há anos pedem por extensões de prazo para o uso continuado de HDs em suas configurações. A companhia estaria disposta a forçar goela abaixo a adoção de uma estratégia que vise a melhor experiência de uso possível para o Windows 11.

A mais recente versão do sistema operacional possui dois recursos, Windows Subsystem for Android (WSA) e DirectStorage, este presente também no Windows 10, que exigem a instalação do Windows 11 em SSDs para funcionarem. De modo a não permitir que usuários tenham uma experiência capada do SO por mesquinharia dos fabricantes, a gigante de Redmond estaria apertando as OEMs a se adequarem.

SSD e entrada SATA de notebook (Crédito: JIPEN/Shutterstock)

Segundo o relatório da Trendfocus, as companhias fabricantes de laptops compatíveis têm até 2023 para adotarem a instalação do Windows 11 em seus produtos usando apenas SSDs como unidade de boot, independente do modelo usado, se embutida ou removível, SATA ou M.2. As empresas estariam reclamando do prazo curto e teriam pedido uma extensão do mesmo, mas a Microsoft não estaria propensa a ceder.

Vale lembrar que o movimento visa forçar a adoção do SSD por parceiras, e nada teria a ver com tornar o Windows 11 compatível apenas com SSDs. Dessa forma, quem optar por montar um desktop, ou usa um HD em uma configuração antiga que já roda o Windows 11, poderá continuar a fazê-lo, desde que haja o mínimo de 64 GB disponíveis para a instalação inicial, mais um espaço adicional para acomodar as atualizações do SO.

O argumento dos fabricantes é de que forçar a adoção do SSD para vender laptops com Windows 11 tornará os produtos de entrada, mais baratos e com configurações simples, "inviáveis", no que o custo de produção não compensaria o valor de venda a ser praticado, que não espantasse os consumidores. A nota diz que estes trocariam as unidades por equivalentes de preço similar, por exemplo, um HD SATA de 1 TB por um SSD de mesmo modelo, mas com apenas 256 GB de espaço interno. Menos que isso, e o Windows seria inutilizado.

Eu consigo ver dois cenários, caso a Microsoft não ceda e mantenha o cronograma. Em um deles, o menos viável, as OEMs deixariam de vender laptops de entrada, passando a se concentrar em modelos mais caros e lucrativos, alienando toda uma categoria de consumidores, o que não é interessante do ponto de vista de negócios.

No outro, que provavelmente é o que vai acontecer, esses modelos mais baratos de notebooks continuarão a ser equipados com HDs, mas chegarão às lojas rodando... Linux. E sem alteração no preço final.

Imagem: Getty Images/iStock

Para tentar combater o telemarketing abusivo, a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) anunciou nesta sexta-feira (3) a publicação de uma medida cautelar que proíbe os robocalls —aquelas ligações telefônicas feitas por robôs que desligam logo depois que a pessoa atende.

Na medida, a Anatel ordena que as operadoras bloqueiem números que façam mais de 100 mil ligações por dia, em chamadas que duram menos de 3 segundos. Esse perfil, segundo a Anatel, configura um comportamento incompatível com o de um ser humano.

As operadoras têm 30 dias para bloquear chamadas de robôs, e dez dias para enviarem à Anatel uma lista de números que fazem ligações curtas em massa. O bloqueio poderá ser suspenso se a empresa ou pessoa que faz chamadas automáticas parar com a prática.

A Anatel também estabeleceu uma multa de R$ 50 milhões às operadoras que não obedecerem à nova regra.

"Esta é a medida mais dura que a Anatel já proferiu em sua história", disse Emmanoel Campelo, membro do Conselho Diretor e ex-presidente interino da Anatel. "Vai ser nesse tom que a Anatel vai tratar esse problema até que ele seja resolvido."

A medida deve ser publicada no Diário Oficial da União na próxima segunda-feira (6), quando começa a contar o prazo estipulado para as operadoras. A proibição não se aplica aos serviços de emergência e utilidade pública

Robocalls são programas produzidos por empresas de tecnologia para realizar determinadas ordens, como ligações em massa. As chamadas que duram menos de 3 segundos, segundo a Anatel, servem apenas para confirmar linha —se você atende, o robô sabe que a linha está ativa para receber outras chamadas de telemarketing.

Muitos desses robocalls usam números de telefone "piratas", que não são atribuídos a um CPF ou CNPJ. A medida cautelar da Anatel também ordena que as operadoras bloqueiem chamadas desses números sem identificação.

0303 não resolve
Desde 10 de março, por determinação da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), ligações de telemarketing começaram a ser identificadas pelo prefixo 0303. Mas o prazo ainda não vale para todos os tipos de números, de modo que muita gente ainda recebe ligações em massa sem o prefixo.

Segundo a Anatel, a adoção do 0303 é parte da estratégia de ataque ao que a agência chama de "telemarketing abusivo", mas não é a única arma. A proibição de robocalls faz parte da estratégia.

O uso do 0303, porém, está em disputa na Justiça. Entidades que representam o setor de telemarketing entraram com uma ação no STF (Supremo Tribunal Federal) com o objetivo de derrubar a exigência do prefixo.

As empresas dizem que a norma da Anatel viola a Constituição por supostamente "afetar o exercício de atividade empresarial" e "prejudicar a livre iniciativa". A agência, por sua vez, diz que encara a judicialização como "um movimento natural", mas defende o uso do 0303 como forma de coibir ligações irritantes.

Como combater telemarketing abusivo
Enquanto o problema não é resolvido na fonte, a sugestão dos especialistas é que os consumidores se virem como podem. Veja algumas estratégias:

1. Direto na operadora de telefonia
A primeira alternativa é entrar em contato com sua operadora e solicitar o cancelamento de ligações do tipo. Verifique o número de atendimento ao consumidor e siga os passos dados na ligação.

2. Não Me Perturbe
O método mais conhecido, e bem eficiente, é recorrer à plataforma "Não Me Perturbe", iniciativa da Anatel que permite bloquear ligações de instituições financeiras e prestadoras de serviços de telecomunicações. Quase 10 milhões de telefones indesejados já foram cadastrados lá pelos brasileiros.

O acesso é gratuito e não requer instalar qualquer aplicativo no celular ou computador. Veja como é simples fazer:

  • Acesse o site www.naomeperturbe.com.br;
  • Na página inicial, clique em "Fazer login" (caso já seja usuário) ou "Quero me cadastrar" (e preencha o formulário com dados pessoais);
  • Na sua página, clique em "Novo bloqueio";
  • Na tela de "Solicitar bloqueio", insira seu número de telefone e marque as empresas das quais não deseja receber chamadas de telemarketing;

Site 'Não me Perturbe' permite bloquear telemarketing de finanças e telefonia
Imagem: Reprodução

  • Clique em "Não sou um robô" e em "Validar bloqueio";
  • Preencha o código de 6 dígitos enviado por SMS;
  • Veja o comprovante de solicitação de bloqueio.
  • Pronto! Em até 30 dias, estes números serão impedidos de ligar para você.

3. No próprio celular
É possível bloquear números específicos diretamente no smartphone, seja Android ou iPhone. Basta selecionar o número que te ligou e ir nas configurações da chamada. Procure uma opção como "Bloquear este chamador" ou "Bloquear/desbloquear número" (menus dependem do modelo do aparelho).

Assim, o próprio celular vai impedir que qualquer ligação deste único contato seja completada. Mas seus ramais e variantes continuarão liberados.

4. Bloquear desconhecidos
Não é a melhor opção, pois não diferencia o que é telemarketing ou não. Mas é uma alternativa. Se ativada, todas as chamadas de números que não estão na agenda do celular serão recusadas — isso pode fazer você perder contatos importantes.

Para ativar a função, siga os seguintes caminhos:

  • No iPhone: "Ajustes" > "Telefone" > "Silenciar Desconhecidos"
  • No Android: "Ligações" > "Configurações" > "Números bloqueados" > "Desconhecidos"

5. Por aplicativos
Há diversos aplicativos que fazem o serviço de bloqueio de chamadas e/ou identificam quem está ligando, de acordo com um banco de dados colaborativo. A dica é baixar apenas apps das lojas oficiais (Play Store, Apple Store, Galaxy Store), e que sejam bem avaliados. Alguns dos mais recomendados são: Hiya, Whoscall e o Truecaller.

Via: Uol


Os primeiros clientes da Apple que pediram e receberam o kit de autorreparo de dispositivos ficaram bastante surpresos com a encomenda.

Relatos de sites especializados e com residentes nos Estados Unidos, como o The Verge e o MacRumors, apontam que o conjunto é enorme e de difícil transporte, além de ter mais peças e estruturas do que o esperado.

Nada caseiro
Para liberar o conserto ou troca de peças isoladas e aparentemente simples, como a bateria de um iPhone atual, a Apple enviou duas maletas grandes e que pesam um total de 35 kg. O procedimento também foi considerado bastante complexo, já que envolve diferentes máquinas e não apenas algumas chaves-de-fenda e alicates.

As duas caixas que pesam juntas quase 40 kg.Fonte: Juli Clover / Mac Rumors

O primeiro passo, por exemplo, é usar uma estação de padrão industrial que permite a você remover a tela. Depois, usando uma pequena lâmina, você precisa cortar os adesivos para separar as camadas externas do display e ter acesso aos componentes.

O kit completo instalado em uma mesaFonte: Sean Hollister / The Verge

Tudo é feito com a ajuda de vários manuais fornecidos pela empresa, mas ambos os sites consideraram os procedimentos relativamente difíceis e com possibilidade de darem errado por pequenos deslizes do usuário.

E o custo?
Além da dificuldade e da logística, o preço também foi considerado um problema: o aluguel do kit e a peça nova (uma bateria) saem por aproximadamente US$ 95 no plano atual.

O celular aberto em uma das bandejas de molde e uma das ferramentas.Fonte: Sean Hollister / The Verge

Fora tudo isso, ainda um custo possível de US$ 1,2 mil que a Maçã pode cobrar caso você demore mais de sete dias para devolver o equipamento nas condições em que ele foi enviado. Na assistência técnica, o mesmo procedimento sai por cerca de US$ 69 com a garantia de que será realizado por um profissional autorizado

O programa de reparo em casa foi oficialmente lançado em abril de 2022 e veio após uma série de eventos — desde vazamentos que mostravam como a companhia orientava técnicos até campanhas para que não apenas a assistência técnica autorizada tivesse acesso a ferramentas específicas.


O YouTube está trabalhando no desenvolvimento de uma nova versão de sua interface para desktop, que deve ficar muito mais parecida com a versão para dispositivos móveis. As maiores mudanças estão na seção de comentários da plataforma.

Estima-se que os testes da nova interface esteja sendo testada há pelo menos um mês para diferentes usuários, sem uma razão específica para a escolha. As atualizações não trazem nada de novo, mas apenas uma nova forma de ver as mensagens postadas nos vídeos e durante as transmissões ao vivo.

Na versão para desktop do YouTube, a caixa de comentários é uma seção embaixo dos vídeos que possibilita rolar até o final da tela e visualizar uma série de mensagens de uma só vez. Já na versão móvel, os comentários não são totalmente definidos, com apenas um comentário específico sendo exibido.

Apenas o comentário mais relevante do vídeo será exibido, da mesma forma que já acontece com a caixa de comentários nos dispositivos móveis. Crédito: Creator Insider

A ideia do YouTube com a atualização na interface dos comentários é trazer uma certa uniformidade em todas as plataformas em que o site de vídeos está disponível. Para ver todos os comentários, é necessário clicar na mensagem principal, depois disso, todos eles serão exibidos.

Porém, uma diferença entre a nova interface do YouTube para desktops e a atual versão da plataforma para dispositivos móveis fica na posição do comentário em relação ao vídeo. Enquanto na versão mobile os comentários ficam abaixo do vídeo, no desktop, eles ficarão ao lado.

Crescimento de assinantes na plataforma não tem sido suficiente para gerar resultados positivos na Walt Disney Company; entenda o caso.


Embora venha apresentando um crescimento no número de assinantes, sendo uma das plataformas que mais crescem em comparação a outros streamings, o Disney+ causou um prejuízo econômico na Walt Disney Company. A empresa sofreu um grande prejuízo de R$ 4,2 bilhões somente no primeiro trimestre deste ano.

Esse montante a menos na conta da Disney é preocupante, pois pode afetar o orçamento de futuros lançamentos de séries e filmes nos próximos anos na plataforma, correndo o risco de serem adiados ou até cancelados.

Considerando todas as plataformas da empresa (ESPN+, Hulu, Star+, etc), o grupo contabiliza mais de 200 milhões de assinantes e tem um faturamento de cerca de R$ 25 bilhões (US$ 5 bilhões), considerando os três primeiros meses de 2022. Mesmo assim, o prejuízo foi alto e pode trazer graves consequências para a Walt Disney Company.

Entretanto, o alto prejuízo não veio apenas do orçamento de conteúdo, incluindo canais, séries, filmes e streaming, por exemplo, mas também do cancelamento de contratos milionários que a própria Disney tinha com antigos parceiros.

Por exemplo, atuais rivais Netflix e Amazon Prime pagavam fortunas para manterem conteúdos do conglomerado de mídia em seus catálogos. Ou seja, com a chegada do Disney+, esses conteúdos não puderam mais ficar nas plataformas concorrentes e com isso, a empresa acabou perdendo valores fixos, gerando mais prejuízo aos cofres da Walt Disney.

Não tem como saber qual será o futuro da empresa. Empresários da alta cúpula da Disney nos Estados Unidos vêm discutindo o rumo do serviço, sendo que uma parte acredita que o lançamento do streaming foi resultado de um erro de cálculo contábil, enquanto outros avaliam quantos clientes a plataforma precisa ganhar para ser considerada potencialmente lucrativa pelos executivos.

O Realme 9 Pro Plus é um smartphone Android completo, que não tem muito a invejar aos mais avançados dispositivos. Surpreendente é sua tela Touchscreen de 6.4 polegadas, que coloca esse Realme no topo de sua categoria. A resolução também é alta: 2400x1080 pixel. Quanto às funções, no Realme 9 Pro Plus realmente não falta nada. Começando pelo conectividade Wi-fi e GPS. A transferência de dados e navegação web sao fornecidas pela rede UMTS, mas não suporta tecnologias mais recentes, tais como HSDPA. Enfatizamos a boa memória interna de 128 GB mas sem a possibilidade de expansão.

Este Realme 9 Pro Plus é um produto com poucos concorrentes em termos de multimídia graças à câmera de 50 megapixels que permite ao Realme 9 Pro Plus tirar fotos fantásticas com uma resolução de 8165x6124 pixels e gravar vídeos em 4K a espantosa resolução de 3840x2160 pixels. Muito fino, 8 milímetros, o que torna o Realme 9 Pro Plus realmente interessante.


Sistema Operacional 
Android 12 Realme UI 3.0
Disponibilidade 
2022/1
Dimensões 
160.2 x 73.3 x 7.99 mm
Peso 
182 gramas





REDE
Sim Card Nano
Dual Sim 
Dual stand-by
Gsm 
Quad Band (850/900/1800/1900)
HSPA+
Sim
LTE 
Sim
5G 
Sim
Velocidade máxima de download *****
Velocidade máxima de upload *****





DADOS TÉCNICOS

Processador 2x 2.5 GHz Cortex-A78 + 6x 2.0 GHz Cortex-A55
Chipset Dimensity 920 MediaTek
64 Bit Sim
GPU Mali-G68 MC4
RAM 8 GB
Memória Max 128 GB
Memória Expansível Não






TELA

Polegadas 6.4
Resolução 1080 x 2400 pixel
Densidade de pixels 411 ppi
Tipo Super AMOLED
FPS 90 Hz
Cores 16 milhões
Proteção Gorilla Glass 5





CÂMERA
Megapixel 50 Mp + 8 Mp + 2 Mp
Resolução 8165 x 6124 pixel
Tamanho do Sensor 1/1.56 " + 1/4 "
Aperture Size F 1.8 + F 2.2 + F 2.4
Estabilização Digital
Ângulo máximo 119 °
Autofoco Sim
Foco por toque Sim
Flash LED
HDR Sim
Dual Shot Sim
Localização Sim
Detecção facial Sim
Câmera Frontal 16 Mp F 2.4





VÍDEO
Resolução da gravação 4K (2160p)
Auto focagem de vídeo Sim
FPS da gravação 30 fps
Estabilização de vídeo Sim
Slow Motion 960 fps
Vídeo HDR Sim
Dual Rec Sim
Stereo Sound Rec Sim
Vídeo Câmera Frontal Full HD, 30fps
Opções da Câmera Frontal HDR/Face Detection/EIS





CONECTIVIDADE
Wi-Fi 802.11 a/b/g/n/ac/6
Bluetooth 5.2 com A2DP/LE/aptX HD
USB Type-C 2.0
NFC Sim
GPS A-GPS/GLONASS/BeiDou



SENSORES
Acelerômetro Sim
Proximidade Sim
Giroscópio Sim
Bússola Sim
Impressão digital Sim
Mic. de Redução de Ruído Sim





FUNÇÕES
Radio FM Não
Tv Não
Vibração Sim
Viva Voz Sim
Outros Wi-Fi hotspot, USB OTG

BATERIA 
Tipo LiPo
Ampere 
4500 mAh




















Todos estão focados no que parece ser o caminho rápido para ganhar dinheiro com criptomoedas, mas não sabemos qual inovação pode estar por vir.

Adobe Stock, Web3, um conceito cada vez mais popular que conecta assuntos como blockchain e criptomoedas

Web3 é uma ideia que está gerando muito entusiasmo no momento nas comunidades de tecnologia de negócios. Simplificando, a ideia é que estamos caminhando para a terceira iteração da internet – seguindo a world-wide-web e a mídia social. Embora haja muito debate em andamento sobre o que exatamente será a web3, um breve resumo é que ela será descentralizada, sem confiança e sem permissão, gerenciada de forma autônoma por meio de inteligência artificial (IA) e construída na tecnologia blockchain.

Portanto, certamente há muito hype em torno da ideia, mas o que ainda não está totalmente claro é quanto valor ela está realmente criando. De fato, alguns expressaram temores de que possamos estar caminhando para uma situação semelhante A que estávamos com a internet 1.0 durante os últimos anos do século 20. Isso nos colocaria em rota de colisão com outro acidente de “estouro de bolhas” – assim como o da pontocom de 2000.

Esta é uma ideia que foi apresentada por alguns pensadores proeminentes no campo da tecnologia. Uma pessoa com quem falei sobre isso é ninguém menos que Tim O’Reilly – o fundador da O’Reilly Media e alguém que ajudou a cunhar o termo “web 2.0” (assim como o termo “open source”)

Preparamos um vídeo em nosso canal para você conhecer mais sobre a Web 3.0

Crash das pontocom criou a internet atual
Vamos dar uma olhada nisso com um pouco mais de profundidade. Em primeiro lugar, se for verdade, então seria realmente uma coisa terrível? Afinal, o crash das pontocom levou ao surgimento da internet como a conhecemos hoje. Sim, muitos investidores e capitalistas de risco perderam dinheiro, mas isso realmente teve tanto impacto no dia-a-dia da pessoa média? Certamente é discutível.

Mas as coisas são um pouco diferentes desta vez. Após o crash das pontocom, vários negócios que já haviam se estabelecido, como tendo os modelos de negócios viáveis ​​que formariam as bases da internet, entrando no século 21, conseguiram prosperar e crescer. Estou falando de empresas como Google e Amazon. Talvez até o SixDegrees – frequentemente citado como a primeira rede social – que pode não estar por aí agora, mas sem dúvida lançou grande parte das bases que mais tarde foram adotadas pelo MySpace e depois pelo Facebook.

O problema aqui é que ainda não parece haver um equivalente desses inovadores no domínio da web3. Com isso, quero dizer empresas que estão criando valor real com novos modelos de negócios e casos de uso que simplesmente não seriam possíveis sem esta última iteração da experiência online.

Divisor de águas
Então, se tudo desmoronar, pode muito bem não haver mais nada para se levantar, como uma fênix, das cinzas e inaugurar o admirável mundo novo e descentralizado que nos dizem que está esperando por nós.

Essa é uma visão apresentada por O’Reilly (e outros), e uma das razões pelas quais ele acredita que todos nós podemos ser um pouco prematuros em nossa empolgação e entusiasmo por todas as coisas da web3. Juntando-se a mim para uma conversa recentemente, ele me disse: “A maneira como penso sobre isso é que há um pouco de incompatibilidade de tempo entre o frenesi e a realidade. A internet surgiu pela primeira vez no final dos anos 60, mas não foi até a world wide web que surgiu, em 91 ou 92, onde nós realmente tínhamos o ‘aplicativo matador’ para a internet. O e-mail era ótimo, mas não era o divisor de águas.”

Se você está acompanhando o hype e o entusiasmo que se acumularam em torno do conceito de uma web3 descentralizada e autônoma, é possível sugerir que os NFTs – tokens não fungíveis – como o “aplicativo matador”. Afinal, eles são vendidos para nós com base em seu potencial de permitir que os ativos digitais tenham qualidades como escassez e singularidade. Isso certamente soa como se fosse um divisor de águas em um mundo onde o metaverso – realidades digitais onde vivemos nossas vidas em ambientes imersivos – está aparentemente presente. Em tal mundo, para que qualquer coisa – de uma casa a um par de sapatos – tivesse valor, não precisaria ser único, para que não pudesse ser copiado e colado para criar uma quantidade infinita de duplicatas?

Bem, é uma possibilidade, mas O’Reilly não está necessariamente convencido: “Estou um pouco mais interessado em DAOs (organizações autônomas descentralizadas) – porque acho que há algo realmente potencialmente interessante lá".

DAO é um conceito que tem sido descrito como uma “comunidade na Internet com um banco compartilhado”. Eles agem de forma semelhante a empresas ou organizações estatutárias no sentido de que os membros são obrigados a seguir um conjunto de regras e regulamentos. A diferença é que as regras são regidas por contratos inteligentes baseados em blockchain que podem executar funções automaticamente – como fazer pagamentos – quando os termos são cumpridos.

“Mas ainda é tão cedo… aqui estamos nós bem no começo… se você pensar no primeiro mecanismo de busca, o Web Crawler foi em 1994 – e você começou a ter essa coisa chamada CGI, onde você poderia ter um site dinâmico em vez de um site estático, mais ou menos na mesma época, estamos nesse estágio – então temos a bolha do estágio final cinco anos mais cedo. Há enormes fortunas sendo feitas, muito antes de a tecnologia ser realmente desenvolvida ou os jogadores vencedores surgirem".

“Se combinarmos as linhas do tempo… o ‘cripto Google’ ainda não está aqui. Pode não estar aqui por mais cinco anos e, no entanto, as empresas estão sendo avaliadas como se já estivessem neste futuro dominante e de trabalho.”

Internet atual começou com pay-per-click
O que está faltando é a forma de gerar valor real – o que muitas vezes significa dinheiro. Com a primeira iteração da internet, pode-se dizer que isso não aconteceu até a invenção da publicidade pay-per-click (PPC), pioneira do Google no início dos anos 2000. Antes disso, as empresas saltaram para vários movimentos, começando com o conceito de sites comerciais e depois passando para a publicidade em banners. Embora ambos tenham cumprido seu propósito de permitir que organizações comerciais estabeleçam presença na nascente rede mundial de computadores e comecem a desenvolver uma pegada digital, isso não trouxe a aceitação geral da internet como um canal para negócios e marketing e entrega de novos clientes. experiências.

O’Reilly me diz: “Há tantas áreas em que alguém vai inventar uma maneira totalmente nova de fazer algo, da mesma forma, a publicidade PPC foi totalmente transformadora do negócio de publicidade – e é aí que coisas como DAOs são interessantes… tem alguns elementos diferentes que o tornam mais poderoso, então as pessoas podem se unir e podem financiar um projeto coletivamente… , como você realmente compra ativos do mundo real e os controla … mas adivinhe – era assim que a web funcionava nos primeiros dias!”

É certamente muito cedo para tudo o que está envolvido com o conceito web3 agora. Embora todos pareçam estar focados no que parece ser o caminho mais rápido e fácil para ganhar muito dinheiro oferecido por NFTs ou criptomoedas, não temos como saber qual inovação real pode estar por vir. Se a web3 e todos os conceitos que ela abrange – de DAOs a criptomoedas – realmente puderem resolver problemas, como os enormes requisitos de infraestrutura para executar os sistemas organizacionais e financeiros existentes, e a confiança para unir tudo isso, poderia dar o pontapé inicial na revolução que foi dito que está chegando. Mas há muito mais que precisa ser trabalhado antes de chegarmos a esse ponto, e possivelmente uma jornada acidentada para algumas das empresas e indivíduos que já estão investindo dinheiro nisso.

Via: Forbes

Conforme os conflitos bélicos avançam no território ucraniano e a internet convencional vem se tornando cada vez menos confiável, com quedas e interrupções constantes, formas alternativas para realizar transações de Bitcoin (BTC) vêm sendo desenvolvidas.


Uma rede mesh é uma topologia de rede de comunicação local que permite que os periféricos se conectem diretamente uns aos outros de maneira colaborativa, não hierárquica, permitindo a transmissão de dados.

Por sua vez, os engenheiros e programadores ucranianos estão se juntando para construir uma rede mesh que permita a transmissão de transações de bitcoin mesmo sem acesso à internet, que vem sendo afetada pela guerra.


“Criamos um fundo dedicado para suporte de infraestrutura de rede #Ukraine #internet, móvel e #mesh ; desenvolvimento de métodos alternativos de pagamento e mensagens baseados em #bitcoin – e #lightning

Doações em BTC: bc1qflh4hlc6z6ke25ksv4g8t9gac740xsv6zvprr33cqxvv3l703xksmfnl2j “

Uma transação de bitcoin é simplesmente um conjunto de informações contendo, dentre outras coisas, a assinatura da chave privada do endereço de envio, e que pode facilmente ser feita mesmo sem acesso à internet.

Porém, para que a transação seja processada e registrada na timechain -como diria o próprio Satoshi Nakamoto-, é necessário que a transação seja transmitida para os demais nós da rede.

Normalmente, esta comunicação é feita através da internet convencional. Contudo, qualquer meio de comunicação, como rádio ou telégrafo são capazes de transmitir o arquivo da transação para um nó com acesso a internet.

Alguns brasileiros exploraram bem este recurso ao enviar uma transação de bitcoin via rádio por código morse utilizando a lua como um refletor natural.

Em uma situação onde não há internet, após o arquivo da transação ser enviado por alguma rede alternativa, como sinais de rádio, o arquivo deve chegar a algum nó com acesso a internet, e em seguida ser retransmitindo para toda a rede.

É exatamente isto que estão construindo na Ucrânia neste exato momento, como uma forma para permitir que usuários façam normalmente transações de bitcoin.

Esta é provavelmente a primeira grande aplicação de uma rede mesh para transações de bitcoin em uma situação real de necessidade.

A maioria das tentativas até então foram simplesmente provas de conceito, capazes de demonstrar que a tecnologia é de fato viável e possível.

O governo de El Salvador no ano passado, quando apresentou ao mundo a sua intenção de se integrar ao Bitcoin, anunciou que satélites seriam direcionados para o país com intuito de permitir transações de btc sem internet.

Até o momento, não houveram mais informações sobre o projeto, que deve ser implementado nos próximos anos.

Informações vazadas apontam que linha Galaxy M, de entrada, é a próxima a abolir o acessório

Shuttersock, Sede da Samsung em Amsterdam, na Holanda

Quando a Apple anunciou que deixaria de enviar o carregador com o iPhone, a Samsung mais do que rápido aloprou a concorrente, apenas para pouco tempo depois fazer a mesma coisa com as linhas Galaxy S e (a finada) Note. Até então, pensava-se que a companhia manteria a estratégia apenas com os celulares e tablets de ponta, mas não é o caso.

O Galaxy F23, um modelo intermediário lançado inicialmente na Índia, não conta com o carregador na caixa, e segundo informações vazadas por parceiros comerciais, o mesmo será aplicado aos modelos da linha Galaxy A . De fato, a Samsung se prepara para deixar de oferecer o acessório em toda a sua linha mobile.

A mudança foi divulgada pelo insider Yogesh Brar, e as informações publicadas pelo site Onsitego. O Galaxy F23 é um celular equipado com processador Snapdragon 750G, 4 ou 6 GB de RAM, 128 GB de espaço interno, um conjunto triplo de câmeras na traseira, bateria de 5.000 mAh e Android 12. Para todos os fins e feitos legais, ele cai na categoria intermediária.


Ele possui preço sugerido partir de 17.499 rúpias no modelo com 4 GB de RAM, cerca de R$ 1,1 mil em conversão direta, mas segundo Brar, ao verificar a embalagem do produto, foi constatado que o Galaxy F23 não será vendido com o carregador, deixando para os usuários a opção de ou usar acessórios antigos, ou comprar um novo por conta própria.

O movimento da Samsung não é totalmente isolado, em verdade o Galaxy A13 5G, lançado em dezembro de 2021 e um produto considerado intermediário premium, de uma linha ligeiramente acima da linha Galaxy F e abaixo da Galaxy S, já vem sem carregador e fones de ouvido na caixa.

Até então, a política de não incluir o carregador estava restrita às linhas Galaxy S, Z Fold e Z Flip, mudanças essas adotadas em 2021, meses após a Apple iniciar o movimento com a linha iPhone 12, enquanto também removeu o acessório dos modelos mais antigos que ainda vende.


De fato, hoje nenhum iPhone novo sai da caixa com carregador; ela continua por enquanto a enviá-lo com os iPads, no que a Samsung já se adiantou nesse sentido.

Até o Galaxy A13 5G, acreditava-se que a Samsung iria restringir o não envio de carregadores a seus modelos de celulares mais caros, mas a inclusão de um intermediário premium na lista de dispositivos contemplados mostrou que o plano é deixar de enviar o acessório na totalidade, independente da categoria do gadget e para qual faixa de consumidor ele é dedicado.

A Apple usou como desculpa o "compromisso com o mio ambiente", em um esforço para diminuir a geração de lixo eletrônico, pelo qual diversas companhias tech vêm sendo pressionadas. Na União Europeia, a exigência está atrelada à adoção da USB-C como porta padrão para todos os dispositivos eletrônicos, ainda que a maçã se recuse veementemente a abdicar do controle sobre a porta Lightning.

Paralelo a isso, a Apple declarou acreditar que o mercado mobile seguiria seu exemplo, o que aconteceu de fato. Mesmo que a Samsung tenha zoado a concorrente para depois fazer a mesma coisa, vale lembrar que com a porta para fone de ouvido foi a mesma coisa.

O Galaxy F23 será o primeiro aparelho da Samsung voltado a usuários de menor poder aquisitivo a não oferecer o carregador na caixa, que muito provavelmente também não traz o fone de ouvido, se usarmos o exemplo do Galaxy A13 5G, mas não para por aí.

Segundo listagens de futuros lançamentos de uma varejista europeia, tanto o Galaxy M23 quanto o Galaxy M33, que compõem a atual linha de entrada da fabricante sul-coreana, também não virão com o carregador na caixa. A Samsung não confirmou os rumores, mas se os mais recentes lançamentos servirem como referência, muito em breve, nenhum celular da empresa virá com o acessório.

A Samsung é por enquanto a única, depois da Apple, a adotar uma estratégia para não mais oferecer carregadores gratuitamente com celulares, e a primeira a estender a regra a tablets. Ao menos por enquanto, concorrentes na plataforma Android como Motorola, Realme, Xiaomi, Redmi e outras continuam oferecendo o componente, mas não se sabe se isso vai durar.

Se depender de Apple, Samsung e pressões externas, e se a tendência se expandir no futuro, os consumidores terão que se virar com um carregador geral homologado e potente para carregar todos os seus gadgets, e quando ele pifar, comprar outro do próprio bolso.

Artes com personagens do Cobra Kai foram compartilhadas por atores e diretores da série

Série derivada do clássico dos anos 1980 Karate Kid, Cobra Kai é um dos maiores sucessos do Netflix, cuja quarta e mais recente temporada soma mais de 300 milhões de horas assistidas dentro da plataforma de streaming, tendo ficado no Top 10 por mais de um mês. O sucesso também puxou para o ranking as temporadas anteriores.



A série, que resgata a saga de Karate Kid e movimenta toda uma legião de fãs em todo o mundo acaba por influenciar outras produções culturais. Uma série de sete fanarts que trazem personagens de Cobra Kai inseridos no universo do tradicional Street Fighter é o reflexo que a série projetou no trabalho do artista conceitual Andre Meister. O crossover de universos se tornou um sucesso instantâneo no Instagram entre fãs da série e do jogo, e também de atores e do produtor de Cobra Kai.

O trabalho de Meister chamou atenção de Jon Hurwitz, um dos criadores de Cobra Kai. O produtor compartilhou no feed do Instagram duas das fanarts criadas pelo Brasileiro, uma delas para o personagem Johnny Lawrence, o protagonista de Karate Kid, interpretado por William Zabka. Diversos atores da série também compartilharam as artes de Meister em suas redes sociais: Martin Kove (John Kreese), Mary Mouser (Samantha Larusso), Jacob Bertrand (Hawk), Oona O'brien (Devon Lee) e Jesse Kove (Captain David). Por sua vez, Xolo Mariduena, o ator que faz o Miguel Diaz, começou a seguir o artista no Instagram.

A inspiração para dar início ao projeto é explicada por Meister: “A ideia veio no meio da onda de Covid-19, no começo do ano. Estava um caco, em casa, sem poder fazer muita coisa, então pra relaxar maratonei a quarta temporada de Cobra Kai. Não estava com muita energia pra desenhar, mas dava pra passar um pouco de tempo brincando e fazendo sketches. Gosto de misturar conceitos das coisas e muitas vezes vi animes reimaginarem personagens em roupagens interessantes. Sou muito fã das séries de jogos de luta dos anos 1990/2000, particularmente Street Fighter Alpha 2 e 3, e resolvi reimaginar os personagens como se fizessem parte desses jogos. Foi muito divertido e me pôs em contato novamente com muitas influências antigas que a gente vai deixando de lado enquanto procura um espaço no mercado”, explica.

Este conceito com ares nostálgicos, segundo Meister, chamou a atenção dos fãs e profissionais da série: “Acho que foi isso que despertou o interesse nos fãs da série e consequentemente no elenco e direção. Quando a coisa é feita com muita paixão e despretensão, ela tende a ser mais ‘honesta’, e isso ressoa muito com as pessoas. Ver que eles reconheceram isso e curtiram foi muito gratificante e me deu a sensação de que fiz um ótimo trabalho - embora tenha sido uma brincadeira e não um esforço propriamente comercial”, adiciona o artista.

Outro ponto de convergência entre Cobra Kai e a arte de Andre Meister é a música, afinal, a série tem uma trilha sonora repleta de Hard Rock dos anos 1980. Inclusive, o lendário vocalista do Twisted Sister, um dos maiores nomes do estilo que explodiu naquela década, Dee Snider, fez uma divertida participação em um dos episódios do spin-off.

Assista a participação de Dee Snider em Cobra Kai:  

O artista Andre Meister atua neste universo da música pesada ao produzir capas e conceitos para diversas bandas, criando mundos orgânicos com vida própria. Um dos mais recentes trabalhos de Meister nesta área é Panther, da renomada banda sueca Pain of Salvation, na qual criou a capa e diversas ilustrações para as páginas internas do encarte do álbum, lançado em CD e LP de edições luxuosas.

Conheça o trabalho de Andre Meister:

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