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Os gigantes da tecnologia estão tentando ficar à frente e olhar para qualquer ideia.


Amazon, Facebook, Twitter, Reddit, Signal, Kin e provavelmente o Google são apenas algumas das maiores empresas de tecnologia do mundo que agora estão envolvidas com criptomoedas.

Todas elas adotaram abordagens diferentes.

Em vez de integrar bitcoin ou Ethereum, o Facebook vai lançar sua própria criptomoeda lastreada por uma cesta de moedas fiduciárias em seu própria blockchain.

Algo que colocou a rede social em alguns problemas políticos, com o assunto agora mais calmo, já que a empresa de US $ 1 trilhão foi ameaçada com novas leis.

A Kin adotou uma abordagem mais híbrida ao lançar inicialmente um token na rede Ethereum, mas seus planos de se mudar para rede Stellar atraíram atenção da SEC, o que a fez cancelar o projeto.

O Signal está adotando uma abordagem mais furtiva ao não lançar um token ou uma criptomoeda, mas está integrando uma apoiada pelo fundador, a Mobilecoin.

A Mobilecoin acabou de ser avaliada em US $ 1 bilhão, com provavelmente 90% desse valor vindo do relacionamento com o Signal.

Os planos do Signal ainda não estão claros, até porque eles estão operando em uma zona um tanto cinzenta já que a criptomoeda teve uma uma oferta inicial (ICO).

O Reddit está se mantendo claro, testando, em vez disso, mais a monetização das contribuições sociais nos fóruns por meio de tokens MOON, sem ficar claro quais são suas conclusões sobre esses experimentos.

Twitter e Google
O fundador do Twitter, por outro lado, está adotando uma abordagem diferente ao apostar tudo em bitcoin, com jack Dorsey afirmando que eles estão “construindo uma plataforma aberta com o único objetivo de tornar mais fácil a criação de serviços financeiros” no bitcoin.

Ele disse também na sexta-feira (23) aos acionistas do Twitter que a rede social deve investir agressivamente em bitcoin.

O Google não anunciou nada ainda, mas seu cofundador, Sergey Brin, apareceu em uma conferência sobre bitcoin em 2018. Sua sugestão foi colocar enormes recursos atrás da blockchain para torná-lo popular, provavelmente um pouco do que o Facebook planejou.

Vendo o que aconteceu lá, talvez o Google não tenha ido mais longe, mas o envolvimento de alguns desses gigantes provavelmente se deve a novas ideias de startups e concorrentes que integram criptomoedas.

Big Techs

Coisas como o Presearch, que usa tokenização nas pesquisas, ganharam alguma adoção nos últimos anos, mas não estão nem perto de reduzir a participação de mercado do Google.

No entanto, todos esses gigantes dependem de usuários que fornecem conteúdo gratuito para eles. Seus castelos, portanto, são construídos na areia, de várias maneiras, pois um concorrente pode facilmente se tornar gigante e eles se tornam o Orkut.

Eles se sentem particularmente ameaçados pela concorrência, por menor que seja, e, assim, estão tentando copiar novas ideias, como no caso do Reddit, para não dar aos usuários qualquer desculpa para interromper seu hábito experimentando novos provedores.

Assim, a criptomoeda pode ser existencial para muitos deles, pois no mínimo fornece essa desculpa, mas a experimentação ali, sem dúvida, não começou com coisas como DeFi.

No que diz respeito à experimentação de redes sociais, é difícil obter o equilíbrio certo sem ser engolido pela concorrência estabelecida.

Assim, os gigantes da tecnologia estão tentando ficar à frente e olhar para qualquer ideia, enquanto Dorsey está aparentemente aproveitando mais a comunidade bitcoin que já existe e está tentando conquista-la para ajudar a Square.

Fora de toda essa fermentação, você esperaria que algo novo surgisse em algum ponto, à medida que as criptomoedas focadas em territórios de gigantes ganhassem mais experiência e novos recursos se apresentassem seguindo um fortalecimento da camada de base e um controle de blockchain das segundas camadas.

Preview build mais recente do Windows 11 traz ainda Microsoft Teams, mudanças na Microsoft Store e dezenas de correções

O Windows 11 ainda não foi lançado oficialmente, mas já têm versões preview liberadas para participantes do programa Windows Insider. A versão mais recente, identificada como Windows 11 Insider Preview Build 22000.100, foi lançada nesta semana pela Microsoft e traz pequenas mudanças na barra de tarefas, além de correções.

Novos ícones ocultos na barra de tarefas (imagem: divulgação/Microsoft)

As mudanças começam pela atualização dos ícones ocultos no canto direito da barra de tarefas. Agora, eles seguem um padrão visual que condiz com o design do Windows 11. Pode ser necessário alternar entre os tema claro e escuro para a alteração ser aplicada, observa a Microsoft.

Essa área da barra também dá acesso à central de notificações. Ali, a Microsoft adicionou um atalho rápido para as configurações do Assistente de Foco que, como você deve saber, silencia notificações para os momentos de concentração.

Outra mudança aparece na função que faz o aplicativo piscar na barra de tarefas quando a atenção do usuário é necessária. A última atualização implementa um tratamento que mantém esse recurso, mas de modo sutil para reduzir a incidência de distrações desnecessárias.

Windows 11 dá acesso mais rápido ao Assistente de Foco (imagem: divulgação/Microsoft)

Microsoft Store, Teams e correções
Os acréscimos funcionais envolvem principalmente a barra de tarefas, mas também há pequenas mudanças na Microsoft Store, que agora está “mais rápida e divertida”, nas palavras da companhia, que complementa: ao selecionar um aplicativo ou filme no serviço, você pode notar pequenas animações que melhoram a experiência de navegação.

Microsoft Store no Windows 11 (imagem: divulgação/Microsoft)

Outra novidade deste preview do Windows 11 é a distribuição do Microsoft Teams no canal Dev do Windows Insider, apesar de que nem todos os participantes dessa categoria terão acesso a ela imediatamente. De todo modo, vale relembrar que o Microsoft Teams será a ferramenta de chat padrão do Windows 11.

As demais mudanças — dezenas delas — correspondem a correções no Explorador de Arquivos, na busca do Windows 11, em widgets e na própria barra de tarefas.

Os detalhes da compilação 22000.100 do Windows 11 estão no site da Microsoft.

No que você pensa quando ouve o nome Microsoft? Numa empresa dinâmica, preocupada em estar onde o usuário está, aberta à inovação e com foco em serviços? Anos atrás, a companhia criada por Bill Gates e administrada por Steve Ballmer não seria associada a nada disso. Sob o comando de Satya Nadella, no entanto, as coisas mudaram.


Com a chegada do terceiro beta do Android 12 aos dispositivos, os usuários começam a ter uma noção melhor do que esperar da versão final do sistema operacional. Além das correções de bugs tradicionais, o Google também não deixa de trazer recursos novos, e este é o caso do atalho da lixeira no Android 12.

Embora seja uma novidade aparentemente simples, ela pode trazer uma facilidade muito maior para gerenciar seus arquivos descartados. No modelo atual, é necessário navegar até o aplicativo Meus Arquivos para examinar, em uma interface nem tão amigável, o que foi ou não excluído do aparelho.


Em um dispositivo da linha Pixel, do Google, o novo app Lixeira permite o acesso direto a uma guia limpa e bastante intuitiva do que foi ou será removido. É só ir à seção de armazenamento, nas configurações do aparelho, e procurar pelo aviso “Vá para o aplicativo de arquivos para gerenciar e limpar o espaço".

De lá, o usuário é direcionado para a lixeira dentro do “Meus Aplicativos”. Embora não seja mais rápido do que acessar o próprio aplicativo, a vantagem é ser direcionado para a guia de armazenamento de forma direta. Com o novo modelo, se você precisar excluir arquivos, já poderá ir direto para a lixeira em vez de ter que fazer todo o trajeto.

No sistema antigo, a pessoa precisa sair da guia e abrir o aplicativo correspondente. Isso só ocorre se o usuário estiver com muita necessidade de liberar espaço no aparelho, caso contrário, ele provavelmente nem a notará aquela perdida na parte de baixo da tela.
Atalhos também para prints

Outro atalho interessante é uma opção voltada para os prints de tela. Sempre que você fizer alguma captura, aparecerá um botão próximo sugerindo capturar mais. Essa é uma das novidades mais bacanas do Android 12, pois ela permite expandir a captura para além do que está apenas visível.

Se você deseja registrar a imagem de um site inteiro ou um documento longo, será possível arrastar a captura para expandir a área capturada, em vez de a pessoa fazer vários prints e precisar editá-los para tornar uma única imagem. Por enquanto, isso não está disponível para todos os aplicativos, mas deve ser algo implementado em breve.

Isso mostra que o Google não pensa apenas em coisas grandiosas para o Android 12, mas que também está preocupado com a usabilidade. É sempre importante lembrar que a massa de usuários não tem tanto conhecimento de tecnologia, por isso é importante usar atalhos e demais recursos que facilitem a sua rotina.


O Google trabalha em um novo menu de compartilhamento para o Chrome. Opções de envio tão robustas quanto as do app para celular foram encontradas no navagador por meio de um pacote disponível no repositório Chromium Gerrit, mas ainda não estão funcionais de fato.

Mais uma vez, a investigação do programador usuário do Reddit Leopeva64-2 revelou detalhes de recursos a caminho do Chrome. Segundo o hacker, a novidade é batizada nos arquivos como “ShareMenu” (ou “Menu de Compartilhamento”, em tradução livre) e estaria posicionada ao final da barra de endereços (também conhecida como Omnibox).

Menu de compartilhamento reúne todas as formas de envio ou transmissão de conteúdo do Chrome (Imagem: Reprodução/Leopeva64)

Na seção, estariam reunidas todas as opções de compartilhamento disponíveis no Chrome: copiar link para a área de transferência, enviar para seus dispositivos, obter QR code, transmitir para outro aparelho, salvar como, enviar como e-mail e publicar nas redes sociais.


Entre as opções, também se encontra a ferramenta de captura de tela nativa do Chrome. Não se sabe a função de print funcionaria, já que clicar nela não gera nenhuma reação, mas é provável seja como uma opção já presente no Microsoft Edge.

Ferramenta de captura do Microsoft Edge é totalmente funcional (Imagem: Igor Almenara/Canaltech)

De acordo com o site XDA Developers (que também encontrou indícios dessa novidade meses atrás), há uma ramificação do código que implementa mais funções à ferramenta de captura. Nela, existiriam pistas de que o recurso poderá tirar print somente de uma parte da tela e que será embarcada com opções de edição.

Igual ao celular
O celular já conta com uma bandeja de compartilhamento robusta e com uma ferramenta de captura nativa, então, as descobertas é uma novidade apenas para usuários de PC. Até o momento, nenhum desses recursos tem data para chegar ao público geral que utiliza o Chrome.

Menu de compartilhamento do Chrome para Android é bem parecido e já está disponível na versão final (Imagem: Igor Almenara/Canaltech)

Novidade acompanha o Edge
O Microsoft Edge e o Chrome andam juntos na adição de recursos, especialmente porque ambos bebem da mesma fonte: o Chromium. As adições mais importantes do motor são implementadas praticamente ao mesmo tempo, em ambos os navegadores.

Menu de compartilhamento do Edge (Imagem: Igor Almenara/Canaltech)

No começo de julho, o Edge deu pistas sobre uma ferramenta de compartilhamento mais robusta e poderosa em seus canais de testes mais instáveis (Dev e Canary). A função, da mesma forma que no Chrome, introduzia opções de compartilhamento rápido por redes sociais e com envio por e-mail.

Lá, a adição foi disponibilizada aos usuários das versões de avaliação de forma aleatória, mas a Microsoft prometeu dar uma forma de forçar a ativação do recurso pelo menu edge://flags. Da mesma forma, não há previsão para lançamento na versão final.


Colunista do site "tilt" pertencente ao portal Uol explica com detalhes como nasceu a Expressão Cringe e tudo o que esta por trás dessa palavra.

Dando aula há mais de 30 anos pude acompanhar a transição entre os jovens que chegam à universidade. Até os anos 2000 os alunos pareciam sentir a faculdade como uma oportunidade de ascensão social e um espaço de convivialidade. Com a chegada da geração Y (os millenials) aumentou o "profissionalismo" e a situação escolar passou a ser sentida como um direito, quando não uma obrigação do Outro.

De repente não havia mais a irreverência e o desafio ocasional, esperada pelo conflito de gerações, mas uma mistura entre excesso de orientação para o desempenho de tarefas junto com certa indiferença relacional.

As coisas começaram a mudar de novo com a chegada da geração Z, nascidos entre 1995 e 2010. Mais desapegados de si, mais inclusivos, sofrem mais com suas incertezas e parecem mais tolerantes a indeterminações. Definitivamente não creem em um futuro glorioso e natural à sua frente.

O que não se esperava é que esta geração Z percebesse tão cedo como a geração anterior deixou um rastro de ruínas para eles pagarem a conta. O contra-ataque veio na forma de uma denúncia inesperada: a geração millenials é cringe.

Teoricamente as gerações se alternam, entre mais conservadores e progressistas. Simplificando: esperamos que em um dado momento uma geração negue e confronte a educação recebida da geração representada por seus pais. Mas a própria geração dos pais, antes disso, negou e confrontou a geração dos avós.

Surge assim uma lei da afinidade espontânea entre netos e filhos e a tendência para a aliança potencial entre gerações não contíguas. Os pais educam, os avós deseducam e os bisávós pervertem ... corre o ditado em minha família.

Com o adiamento da decisão de ter filhos, as gerações se espaçaram. Com isso muitas pessoas da geração Z têm seus pais na geração X e não na geração Y, que lhe seria contígua.

Desta forma o conflito de gerações teve sua lógica alterada. Temos uma geração de irmãos mais novos que se confronta com irmãos mais velhos, em torno de modelos de autoridade. Consequentemente a geração X envelhece mais rápido à medida que a disputa pela juventude mudou de lugar (hey boomer!).

A confrontação geracional é um modelo aproximado de como a cultura se transmite por meio de inversões, já observava Lacan em 1938.

Símbolos do conflito de gerações são o Maio de 1968 francês e os anos 70 americanos, que hoje são os homens brancos de cabelos brancos que dirigem países e companhias.

A chegada da vida digital, compulsória para os nascidos depois de 1995, acrescentou uma novidade nesse processo.

Desde então temos uma geração que adquiriu organicamente habilidades, dotadas de valor de mercado, que seus pais não possuíam. Isso já tinha concorrido para que geração millenial crescesse empoderada, fortemente identificada com a realização do futuro, mas sem grande apego a compromissos.

As comunidades digitais valorizam relações horizontais, mas também prescrevem um novo tipo de individualismo empreendedor, baseado no reconhecimento das pessoas em relação direta, não por cargos, funções ou institucionalidades. Absorvendo de forma endovenosa que a produtividade e a eficácia são a alma do negócio, tem baixa tolerância a lideranças inautênticas ou não meritocráticas. Exigentes e ambiciosos podem ser levados facilmente a crises ou mudanças abruptas de vida geradas por decepções de planos e aspirações.

Duas figuras poderiam ser convocadas para representar os Ys, os emos e os hipsters, cada qual definido por um pathos específico: de tristeza e afetação no primeiro caso, indiferença e ostentação no segundo.

Lembro-me de um colega professor que certa vez ao chegar para a aula constatou que todos os alunos usavam bigode, de estilo caracteristicamente hipster. Quando ele perguntou qual era a da brincadeira, recebeu uma série de imprecações e críticas de volta: afinal qual é o problema se todos nós decidíssemos usar bigode?

Outra vez, me lembro de estar em uma aula quando começo a escutar um gongo, destes de filme chinês, vigorosamente soando na sala ao lado. Como estávamos no fim, decidi seguir adiante com aquela trilha sonora mesmo. Na saída abordei o tal sujeito, na expectativa silenciosa que se tratasse de algum protesto, cuja originalidade me despertava certa simpatia. Perguntei amistosamente: qual é a do gongo? E a resposta veio fulminante: não é nada não, profe, só achei legal ficar tocando este som.

Em contraste com esta atitude de confiança exagerada, os habitantes da geração Z, que cresceram sob o impacto da recessão e da precariedade, vivem uma relação mais aguda de incerteza com relação ao futuro.

Já está claro que o domínio da tecnologia não garante segurança. É preciso combiná-la com preocupação social, senso de indignação e mudança real de práticas. São apegados ao trabalho, mas desde que este seja vivido com propósito. Em vez da indiferença arrogante daquele que reduz o tamanho do mundo para aumentar a extensão do eu, a geração Z está corroída pela incerteza real. Seu futuro traz ansiedade e depressão.

Enquanto os Y ostentavam a solidão como sinal de que "não precisamos de ninguém", os Z sofrem com a solidão digital e o medo de cancelamento.

Se a geração Y criou estilos, mais ou menos permanentes como grunges, clubbers, otakus, góticos, funkeiros, metaleiros, indies e nerds, a geração Z considera este tipo de identidade ligada ao consumo, ao gosto e a aparência, uma coisa um tanto infantil. Diante da identidade de gênero, raça ou classe e de suas implicações diretas para a vida das pessoas, isso tudo parece fútil.

Rapidamente a geração Z começa a perceber que a geração Y lida muito mal com o próprio envelhecimento e com a perda do status como "última novidade" em termos de estilo de vida. Invejados pelos "adultescentes" da geração X, por sua juventude e liberdade, são agora percebidos pela geração Z como inconsequentes incapazes de perspectivar suas vidas em engajamentos de longo prazo.

Enquanto a geração Y sofria com o peso da aparência, ao modo de anorexias, bulimias e transtornos somatoformes, a geração Z elevou a ansiedade e a depressão a um novo patamar.

Pela nova lógica transgeracional, a última geração julga a anterior como mais infantil, menos moral. Isso desperta esta curiosa forma de vergonha, chamada cringe.

Quando alguém entra na adolescência, tomando consciência mais clara de sua condição geracional, aparece sentimento típico: a vergonha dos pais. Jamais me levará naquela festa, muito menos aparecer na frente de meus amigos.

Os pais passam a simbolizar a criança dependente que um dia fomos. É como se quiséssemos apagar aqueles momentos dessagráveis que aliás, estes mesmos pais não cessam de nos lembrar. Eles são capazes de expor sadicamente nossas "infantilices", jogando na nossa cara incoordenações, tolices e bobagens.

Mas o cringe é algo completamente diferente disso. Não é vergonha de si mesmo, nem vergonha dos pais, mas vergonha alheia. Vergonha de que o outro não sinta a vergonha que ele deveria sentir por agir daquela forma.

Diante de liberdade ampliada, para fazer qualquer coisa da vida, com baixos teores de influência parental, o sujeito escolhe para si o uso regressivo da chupeta, no cultivo excessivo da imagem corporal, como se a pessoa fosse um cosplay de si mesma, sem falar nas práticas excêntricas ou "sem noção" em termos de responsabilidade afetiva e amorosa.

Tomar café ou vinho é cringe, porque vem com um discurso de superexcepcionalidade de si mesmo. Práticas como "FDS" para fim de semana, "rs" para riso, usar hashtag são sinais aparentes de "envelhecimento digital".

Chamar cerveja de "litrão" ou usar unha "francesinha" não são criticados apenas porque as modas mudam, mas porque a pessoa não percebeu que a moda muda. Curtir Harry Potter e Disney não é um mal em si, mas se presta a alegorizar que a pessoa pode realmente estar vivendo em outro mundo.

A própria palavra "cringe" remete a "dobrar-se ou agachar-se, especialmente com servilismo ou medo", variante do antigo "cringan" inglês "render-se, ceder, cair (em batalha); tornar-se dobrado" e do proto-Germânico "krank", "dobrar-se, encaracolar". Neste sentido os zenial estão apontando para a facilidade como os "mimimillenials" se dobram diante de dificuldades.

A conotação de "vergonha alheia" talvez derive da conjunção entre cringe e crank que literalmente quer dizer manivela, mais precisamente, a manivela que se acoplava a um barril para extrair água ou uísque.

Em alemão e holandês Krank é doente, fraco ou pequeno. Isso talvez explique por que a palavra chegou ao inglês como "fingidor, "vagabundo" ou "aquele que se enjoa para obter caridade" (1506). Uma imagem que define o crank é o da pessoa meio rabugenta, que gira a manivela, que repete julgamentos retorcidos ou extravagantes, em uma satisfação solitária, como a de um bobo alegre. Melhor dizendo um bobo triste, que gira sobre si mesmo.

A nova confrontação formada por gerações horizontais em disputa sugere perspectivas interessante do ponto de vista da transformação de formas de autoridade, não apenas verticais como ainda hoje temos entre as gerações Y e Z com a geração X, nem horizontais como parece acontecer entre a geração Z.

Talvez os millenials, que estão sofrendo bullying nas mãos do irmão mais novo e sendo deseducados pelos avós da geração X, possam criar autoridades transversais, onde as identidades possam ser vividas com menos peso e a implicação desejante possa tornar-se mais humorada.


A polêmica tecnologia de reconhecimento facial está sendo utilizada ou em vias de implementação em 20 estados brasileiros, de acordo com um levantamento feito pela Folha de S. Paulo.

Com ela, sistemas de segurança pública são capazes de buscar em segundos um rosto entre milhares de um banco de dados. Assim, a polícia é capaz de abordar um suspeito ou um foragido em questão de minutos. Fora do âmbito criminal, o reconhecimento facial permite ainda a busca por pessoas desaparecidas.

Reconhecimento facial nos estados
Segundo a matéria, outros 3 estados estudam utilizar a tecnologia e apenas 5 estados e o Distrito Federal não a utilizam, não tiveram contato com o sistema ou não planejam utilizar. Esses números foram passados ao jornal por meio das secretarias estaduais de Segurança e das polícias Civil e Militar.


Confira a lista:
Utilizam: São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Mato Grosso do Sul, Bahia, Rio Grande do Norte, Ceará, Pará e Roraima;
Em implementação: Rio Grande do Sul, Paraná, Sergipe, Pernambuco, Paraíba, Piauí, Maranhão, Rondônia, Acre e Amazonas;
Em fase de estudos: Mato Grosso e Minas Gerais
Não utilizam: Goiás, Distrito Federal, Espírito Santo, Tocantins, Alagoas e Amapá

Em São Paulo, onde o sistema é utilizado desde 2020, são cerca de 30 milhões de faces registradas. Nesse caso, é utilizado o banco de dados da Polícia Civil.

Já o sistema da Bahia, que foi implementado em 2018, utiliza o Banco Nacional de Mandados de Prisão. Nesse estado, o sistema custou R$ 18 milhões e 209 procurados foram presos com a ajuda da tecnologia até 16 de junho de 2021.


Além desses estados, a Polícia Federal também vai utilizar a ferramenta. Segundo o órgão, o sistema utilizado por eles vai permitir coletar, armazenar e cruzar dados de 50,2 milhões de brasileiros – aproximadamente 25% da população do Brasil. As informações para alimentar o sistema virão de registros de reconhecimento facial e impressão digital e de dados unificados das secretarias de Segurança dos estados.

Algoritmo polêmico
O sistema de reconhecimento facial, no entanto, não é 100% preciso. Para que um rosto seja reconhecido, é necessário que o algoritmo utilizado seja treinado com pessoas com características físicas diferentes. Entre elas, por exemplo, estão a nacionalidade, idade, tom de pele e gênero.

Em 2018, pesquisadores em inteligência artificial identificaram discrepâncias em tecnologias desenvolvidas pela Microsoft, a IBM e a chinesa Megvii.

De acordo com Joy Buolamwini e Timnit Gebru, o algoritmo que se saiu melhor conseguiu alcançar uma precisão de 100% com homens de pele mais clara e 79,2% com mulheres de peles mais escuras. No entanto, o que teve pior desempenho alcançou 99,7% e 65,3%, respectivamente.


Esse viés racial ocorre porque a maioria dos algoritmos foi treinada com pessoas brancas. “Algoritmos de reconhecimento facial confeccionados nos Estados Unidos e Europa, por exemplo, têm muita dificuldade não só com pessoas negras, mas principalmente com mulheres negras e pessoas asiáticas”, explicou em entrevista à Folha de S. Paulo.

Por isso, ele pondera que o uso desses sistemas pode trazer pioras. Além de poder ser um risco para aumentar a violência contra pessoas negras, a tecnologia poderia piorar a efetividade policial ao gerar falsos positivos.

Operadora Comcast envia aviso de violação de direitos autorais a usuário que baixou Ubuntu pelo BitTorrent oficial da Canonical

Um usuário recebeu um aviso de quebra de direitos autorais por baixar o Ubuntu, feito com base no Linux. A Canonical oferece o sistema operacional para download direto ou via BitTorrent; o OS tem código aberto e pode ser obtido de graça. No entanto, uma firma digital anti-pirataria acionou a operadora americana Comcast para comunicar uma suposta violação de copyright.

Computador com Ubuntu Linux (Imagem: Divulgação / Lenovo)

Comcast: “Cliente usou IP para violar direitos autorais”
A queixa veio da empresa OpSec Security, da Alemanha. A Xfinity, braço de serviços de internet da Comcast, notificou o usuário nos EUA, afirmando que o dono dos direitos autorais cruzou o endereço de IP do cliente com a instalação de conteúdo “pirateado” – no caso, o torrent do Ubuntu. “Nós recebemos uma notificação do proprietário [dos direitos autorais] sobre uma violação durante ou pelo uso do seu serviço de internet Xfinity”, disse a empresa.

No Reddit, o post de NateNate60 — usuário que recebeu a advertência — tem mais de 8 mil upvotes. O título expressa bem a confusão que isso gerou: “Aviso de violação de direitos autorais do provedor por baixar… Linux? Isso é algum tipo de piada?”.

Aviso de violação de direitos autorais da Xfinity (Imagem: NateNate60/Reddit)

Usuário pode ter conta suspensa com mais advertências
A Comcast não confundiu o arquivo baixado, pois uma busca no Google pelo hash — sequência única de números e letras que identificam o torrent — leva ao tracker do Ubuntu.

A empresa adverte, na nota, que pode cortar os serviços de internet de NateNate60 caso ele baixe mais conteúdos que potencialmente violem direitos autorais. Apesar do erro óbvio nessa notificação, o acúmulo de advertências desse tipo pode levar ao banimento da conta de clientes.

Um comentário no post de NateNate60 alerta que provedores americanos geralmente suspendem contas após terceiro aviso. A página sobre violação de direitos autorais da Xfinity não esclarece qual a política de tolerância para o número de ofensas cometidas. “Nós reservamos o direito de levar a conta de um cliente ao próximo passo da nossa política [suspensão] após recebermos múltiplas notificações de violação de direitos autorais no mesmo mês”, diz o site da empresa.

Mas o autor da postagem disse que não deve contatar o time da Comcast sobre a violação: “Eu realmente não quero arriscar de cortarem meu acesso à internet por essa coisa estúpida, então eu só vou ignorar o aviso”.


Com informações: TorrentFreak.

Starlink estará em breve disponível em todo o mundo

Unsplash/Jakub Pabis/Antena de 5G

Elon Musk anunciou nesta semana que o serviço de banda larga de alta velocidade via satélite, a Starlink , vai estar disponível para o mundo inteiro, com exceção dos Pólos Norte e Sul, já em agosto. Em um primeiro momento, a Starlink vai ser disponibilizada para 12 países, e a cada mês outros vão ser adicionados.
    
O serviço de banda larga de alta velocidade conta com mais de 1.800 satélites na órbita baixa da Terra , todos eles lançados ao espaço pela empresa aeroespacial SpaceX , também de propriedade de Musk. De acordo com o empresário, a Starlink já tem quase 70.000 clientes ativos, e espera ter 500 mil daqui a um ano.

O serviço da Starlink não é barato: a mensalidade é de 99 dólares, ou cerca de 500 reais. Além disso, os clientes precisam comprar uma antena parabólica para captação do sinal, que tem o custo de 499 dólares, ou quase 2.500 reais.

De acordo com Musk, esse é um serviço destinado para apenas uma pequena parcela de 3% a 5% da população mundial, que não possui acesso à internet . A rede Starlink deve funcionar como um complemento às redes de fibra óptica e 5G , chegando aos locais mais remotos do planeta.

 Fundador e CEO da Admix. Pioneiro do "in-play". Anteriormente dirigia um estúdio de jogos hipercasual antes que eles fossem legais.

Getty

Se você aprendeu uma nova sigla este ano, provavelmente é NFT: tokens não fungíveis. Como um ex-editor de jogos independente que se tornou empresário de tecnologia criando Admix, uma solução que ajuda os editores de jogos a integrarem a colocação de produtos em seus jogos, acredito que os NFTs têm o potencial de revolucionar a monetização dentro do jogo.

Tornando o digital valioso
Tradicionalmente, os ativos digitais são facilmente replicáveis, pois são apenas pixels nas telas. Pense em um emoji - não importa quem o projeta, seu valor cai para zero assim que é compartilhado na web, pois qualquer pessoa pode salvar uma cópia local indistinguível do original. O mesmo se aplica a imagens, vídeos, ilustrações ou arte digital.

A premissa dos NFTs é que um "certificado de blockchain" seja atribuído aos itens digitais, o que garante sua procedência, propriedade e um nível de autenticidade. Por ser "cunhado" no blockchain, não é centralizado por uma única parte - todos podem visualizar o certificado, mas ninguém pode alterá-lo. Voltando ao exemplo do emoji, agora você pode cunhar seu design em um NFT e distribuí-lo sem o risco de perder a propriedade do design - e, portanto, seu valor.


Dessa forma, seu emoji original permanece escasso, porque não pode ser replicado definitivamente. E muitas vezes ouvimos que a escassez cria valor. Mas é mesmo?

O que cria valor digital?
A resposta é que a escassez é necessária, mas não suficiente por si só, para criar valor. Portanto, podemos olhar para o valor como uma mistura de vários outros parâmetros:

Valor = Escassez + Utilidade + Reputação + Liquidez
A utilidade representa a facilidade com que o NFT pode ser usado e o que você pode realmente fazer com ele; a reputação representa o valor dado pelo perfil - popularidade ou infâmia - do criador ou fonte original; e a liquidez representa o quão fácil é comprar e vender a NFT.

Nos últimos meses, dezenas de marcas e celebridades criaram suas próprias coleções NFT com mais ou menos sucesso retumbante. NBA Top Shot vendeu US$ 500 milhões da história da NBA, Elon Musk recebeu US$ 1 milhão por sua música da NFT, a Fórmula 1 vendeu componentes digitais de carros colecionáveis ​​e a coleção de Taco Bell era bem menos popular. Então, o que impulsionou o valor dessas compras?


Olhando para a fórmula acima, podemos dizer com segurança que a reputação desempenhou um grande fator. Elon Musk recebeu uma oferta de US$ 1 milhão por ser uma celebridade e, se os clipes de basquete não fossem oficialmente endossados ​​pela NBA, não seriam tão valiosos. A escassez também desempenhou um papel, já que essas quedas são limitadas no tempo e acabam rapidamente, então FOMO (o medo de perder) leva a um comportamento irracional e especulação.

O elemento que faltava aqui era a utilidade. Ninguém comprou esses NFTs para um caso de uso específico.


A reputação e o valor impulsionado pela escassez funcionam bem para arte digital e coleções, mas esse é um público de nicho relativamente. Claro, o mercado de colecionáveis ​​digitais gerou mais de US$ 2 bilhões em transações apenas no primeiro trimestre de 2021, mas apenas em cerca de 100.000 hiper usuários, de acordo com este relatório. Isso pode muito bem continuar a ser o caso e ser um grande mercado em si, mas para realmente emergir no mainstream, os NFTs precisam provar sua utilidade além do valor puramente colecionável e especulativo.

A Camada de Utilidade
A boa notícia é que a camada de utilidade para NFTs está escondida e à vista de todos, com inúmeros usuários prontos para se envolver: jogos.

NFTs são itens digitais, então, qual lugar melhor para usá-los do que em jogos? Os jogos criarão centenas de casos de uso para NFTs e permitirão aos jogadores importá-los e realmente usá-los dentro dos jogos, seja uma espada colecionável para lutar contra um inimigo, uma obra de arte para decorar sua casa virtual ou moda digital para seu avatar. Ser capaz de fazer uso do NFT no contexto do jogo cria um valor real para todo o ecossistema. Os jogadores obtêm o benefício de possuir ativos valiosos que podem vender a outros jogadores. Os editores de jogos podem criar mais ativos para seus jogos e também programar o contrato inteligente vinculado ao NFT para obter uma pequena comissão em compras futuras. Além da compra no aplicativo tradicional ou modelo de receita de publicidade, os NFTs criam uma nova economia no jogo para os desenvolvedores monetizarem seu conteúdo.


Já existem muitas plataformas fazendo isso, incluindo Sandbox, Decentraland e Somnium Space . No Somnium Space, um mundo de realidade virtual, você pode comprar seu próprio terreno ou criar avatares para vender. Cada item, de terrenos a avatares e peças de arte digital, é um NFT. Isso significa que o terreno ou avatar que você cria não pode ser replicado e, portanto, é realmente de sua propriedade, ao contrário das compras tradicionais no aplicativo, que ainda são muito limitadas ao jogo em que você os comprou.

Vai além: a plataforma de identidade virtual Genies anunciou recentemente uma grande arrecadação de fundos para construir avatares digitais e artigos vestíveis. A plataforma de moda RTFKT faturou US$ 3 milhões em sete minutos ao vender tênis virtuais como NFTs. E onde essas plataformas encontrarão mais utilidade? Você adivinhou: jogos.

Este é um futuro que muitos descrevem como o metaverso - um mundo pertencente a seus usuários, com padrões abertos entre jogos interoperáveis ​​e mundos virtuais para que os jogadores possam realizar transações e usar os itens que possuem em várias propriedades. Embora isso represente um enorme desafio técnico e criativo, é para lá que estamos inegavelmente indo.


Então, onde isso nos deixa? O mercado NFT atual está obviamente em um ciclo de hype, com a maioria dos projetos sendo movidos por pura especulação ou um nicho de público de colecionadores. Muito desse valor não é sustentável a longo prazo. Mas à medida que os casos de uso de jogos crescem, a utilidade desses NFTs aumentará, e também o valor de mercado.

O que vimos este ano não é mais do que um primeiro passo super promissor para os NFTs, mas o verdadeiro potencial - como é frequentemente o caso no espaço digital hoje - está nos jogos.

Fonte: Forbes


Com lançamento esperado para acontecer na próxima quinta-feira (24), o Windows 11 já está entre nós — ao menos a sua versão de testes. Por isso, já tivemos acesso ao novo menu iniciar, aos papéis de parede e até mesmo aos novos recursos desenvolvidos pela Microsoft.

Contudo, o que realmente chamou a atenção de muitos usuários é o processo de instalação do sistema. Isso porque a Microsoft removeu a possibilidade do usuário criar uma conta local para usar o software.

A versão Home do Windows 11 excluiu a possibilidade do usuário usar o sistema com uma conta local. Agora, o sistema exige o login em uma conta da Microsoft existente ou a criação de uma nova.

Veja abaixo que apenas o Windows 11 Pro permitirá o uso da conta local:
Imagem/reprodução: Windows 11 Home vs Windows 11 Pro

Apesar de o novo sistema operacional exigir conexão à internet para concluir a instalação, um usuário conseguiu achar uma maneira de burlar a exigência de conta da Microsoft na versão Home.

Quando o Windows 11 Home solicita que os usuários se conectem a uma rede de internet, um simples atalho ‘Alt + F4’ fecha o prompt e a tela segue diretamente para a página de criação de conta local.


Por enquanto, ainda não é possível saber se a ausência da opção de configurar o sistema com uma conta local se tornará algo padrão no Windows 11 Home. Isso porque a versão vazada ainda está em estágio de testes e pode sofrer alterações até a compilação final.

De toda forma, o atalho descoberto pelo usuário Adam pode ajudar aqueles que ainda estão instalando o software em máquinas virtuais para testes ou apenas para experimentar a nova interface do sistema.


A Microsoft apresentou oficialmente o Windows 11, que chega no final do ano, e acabou gerando confusão com os requisitos mínimos do sistema. Um dos motivos para isso é a lista de processadores compatíveis com o SO, que deixa de fora diversos modelos de CPUs populares atualmente.

A empresa divulgou listas com os processadores Intel e AMD que são oficialmente "suportados" pelo Windows 11. No lado da Intel, a companhia recomenda o uso de chips Coffee Lake (oitava geração), Xeon Skylake-SP ou mais recentes. Já para o lado da AMD, a relação inclui as CPUs AMD Ryzen 2000, a segunda geração EPYC e componentes mais novos da marca.

Ryzen 1600 AF, que fez bastante sucesso em 2020, não aparece na lista.Fonte: Techspot/Steven Walton

A relação de processadores deixa de fora a primeira geração de chips Ryzen, incluindo relançamentos como o Ryzen 5 1600, e modelos populares da Intel que chegaram ao mercado há mais de seis anos. Até mesmo processadores de dispositivos da própria Microsoft, como o Surface Studio 2 e o Surface Go, não aparecem na lista de suporte oficial do Windows 11.

Processadores suportados pelo Windows 11 - Intel
A lista completa de processadores Intel suportados pelo Windows 11 foi divulgada pela Microsoft em seu site. Os modelos incluem chips lançados a partir de 2017, incluindo membros das linhas Core, Atom e Celeron, das seguintes gerações:

  • Intel De 8ª geração (Coffee Lake)
  • Intel de 9ª geração (Coffee Lake Refresh)
  • Intel de 10ª geração (Comet Lake)
  • Intel de 10ª geração (Ice Lake)
  • Intel de 11ª geração (Rocket Lake)
  • Intel de 11ª geração (Tiger Lake)
  • Intel Xeon Skylake-SP
  • Intel Xeon Cascade Lake-SP
  • Intel Xeon Cooper Lake-SP
  • Intel Xeon Ice Lake-SP
  • Processadores suportados pelo Windows 11 - AMD

A lista completa de chips AMD recomendados para o Windows 11 também já está disponível. Abaixo, você confere as famílias de processadores presentes na relação:

  • AMD Ryzen 2000
  • AMD Ryzen 3000
  • AMD Ryzen 4000
  • AMD Ryzen 5000
  • AMD Ryzen Threadripper 2000
  • AMD Ryzen Threadripper 3000
  • AMD Ryzen Threadripper Pro 3000
  • AMD EPYC de 2ª geração
  • AMD EPYC de 3ª geração

Enquanto a lista de chips suportados pelo Windows 11 não é tão grande quanto gostaríamos, a Microsoft disse que está trabalhando para expandir o número de processadores compatíveis com o sistema. Steve Dispensa, engenheiro da companhia, disse que o uso de uma CPU presente na lista é essencial para rodar o sistema operacional.
Confusão


Após muita confusão e informações distorcidas vindas da própria Microsoft, o engenheiro da empresa disse, em publicação no Twitter, que o uso dos processadores listados faz parte dos requisitos do Windows 11 tanto para novos sistemas quanto para upgrades. A empresa também atualizou a página de requerimentos do SO indicando a lista de chips compatíveis.

Os requisitos mínimos de CPUs do Windows 11 incluem um processador com pelo menos dois núcleos de processamento e 1 GHz de frequência. Com isso em mente, pode ser que a empresa adicione mais processadores populares para a lista de compatibilidade, uma vez que os chips teriam, em tese, poder para rodar o sistema.


Para o app da Microsoft, nem um PC rodando o Windows 11 vazado é digno de rodar o Windows 11.

Alguns notebooks com o Intel Core i7-7700HQ, que possui os requisitos necessários para encarar o SO, mas não está na lista de chips suportados pelo sistema, Rodaram direitinho o novo Windows 11, Devido a isso, o chip é recusado pela ferramenta da Microsoft que avalia a compatibilidade com o Windows 11.

Na sexta-feira, a Microsoft também lançou uma versão aprimorada do aplicativo PC Health Check, que verifica a compatibilidade do computador com o Windows 11. Com as atualizações, a ferramenta se tornou mais clara e identifica quais são os pontos que tornam cada máquina "incompatível" com o novo sistema operacional.

No entanto, ainda existem dúvidas no ar e não está muito claro quais máquinas serão capazes de rodar ou não o Windows 11. A Microsoft disse que lançará um beta do sistema em breve, o que deve trazer novas respostas (ou ainda mais dúvidas) sobre a chegada do sistema operacional, prevista para o fim do ano.

Características 
Modelo OnePlus Nord CE 5G
Outros nomes do modelo OnePlus Nord CE 5G (128GB + 6GB RAM)
País ou região onde é vendido  (Global, Internacional)
Marca OnePlus
Lançamento junho, 2021
Espessura 7,9 milímetros
Dimensões (largura x altura) 73,5 x 159,2 milímetros
Peso 170 gramas
Teclado Qwerty físico Não suporta
Antena Antena interna
Construção, materiais Corpo de plástico, tela de vidro
Resistência à água e outros Não suporta
Sistema (SO) 
Sistema operacional Android 11

Hardware
Chipset 64bits - Qualcomm Snapdragon 750G SM7225 (8nm)
CPU (processador, núcleos) Octa-Core, 2 processadores:
2.2Ghz Dual-Core Kryo 570
1.8Ghz Hexa-Core Kryo 570
GPU (placa gráfica) Qualcomm Adreno 619
Memória RAM 6GB LPDDR4X
Memória interna 128GB (107GB disponível)
UFS 2.1
Armazenamento externo Não suporta

Tela 
Tipo da tela Fluid AMOLED
Tamanho da tela 6.43" polegadas
Proporção da tela ~85,3% (screen-to-body ratio)
Resolução da tela 1080x2400 pixels (20:9)
Touchscreen Capacitiva Multitouch
Densidade (pixels x polegadas) 409 PPI
Cores 16 milhões
Tela resistente a riscos Não suporta
Recursos da tela 90Hz


Rede de telefonia 
Dual-chip Dual-SIM Standby - Chamada ativa em uma das linhas
Cartão SIM 2 chips (Dual-Chip)
nano-SIM (4FF)
Download/upload máximo 2000/1024 Mbps
Tecnologia de telefonia 2G, 3G, 4G, 5G
Frequências, bandas 
Frequência GSM Mhz Quad-Band 850/900/1800/1900
Rede 2G primária GSM 850/900/1800/1900
Rede 3G primária UMTS 800/850/900/1700/1900/2100
Rede 4G primária LTE Cat18
VoLTE

Europe version:
LTE (1, 2, 3.4, 5, 7, 8, 12, 17, 18, 19, 20, 26, 28, 66)
TD-LTE (39, 40, 41)

India version:
LTE (1, 2, 3.4, 5, 7, 8, 12, 17, 18, 19, 20, 26, 66)
TD-LTE (39, 40, 41)

Rede 5G primária Europe version:
SA/NSA (1, 3, 5, 7, 8, 20, 28, 38, 40, 41, 77, 78)

India version:
SA/NSA (78)

Rede de dados móveis primária GPRS, EDGE, UMTS, HSDPA, HSUPA, HSPA+, TD-LTE, LTE, LTE-A, 5G SA/NSA

Rede 2G secundária GSM 850/900/1800/1900
Rede 3G secundária UMTS 800/850/900/1700/1900/2100
Rede 4G secundária Não suporta
Rede de dados móveis secundária GPRS, EDGE, UMTS, HSDPA, HSUPA, HSPA+



Mensagem e voz 
Mensagens SMS (T9), MMS, E-mail, Push mail
Viva voz Suporta
Video chamada Suporta
Controle de chamada Discagem de voz, Gravador de voz, Comando de voz

Câmera
Câmera traseira (principal) (câmera tripla)64 megapixels8MP ultrawidef/2.3119º2MP depthf/2.4
Resolução câmera principal 10120x6328 pixels
Gravação vídeo câmera principal 4K UHD (3840x2160) 30 fps
Flash Flash Dual-LED
Abertura focal f/1.8 (aperture)
Distância focal 26mm (lente)
Tamanho pixel 0.7µm pixel
Autofocus PDAF: foco automático de detecção de fase
Touch focus Suporta
Estabilização de imagem EIS: Estabilização digital
Zoom Apenas zoom digital
Face/smile detection Detecção facial, Detecção de sorriso
Sensor BSI Não suporta
HDR HDR foto em ambas as câmeras



2ª câmera 
Câmera frontal (secundária) 16 megapixels
Resolução câmera frontal 4608x3456 pixels
Gravação vídeo câmera frontal Full HD (1920x1080)
Flash frontal Não suporta
Abertura focal f/2.5 (aperture)
Tamanho sensor 1/3" polegadas
Tamanho pixel 1µm pixel

Multimídia 
Rádio Não suporta
TV Não suporta
Formatos de vídeo MP4, H.265, H.264, H.263, XviD, MKV
Formatos de áudio MP3, WAV, WMA, eAAC+, FLAC



Conectividade 
USB USB 2.0 Type-C, USB OTG On-The-Go
Saída para TV USB Type-C (reversível)
Saída para áudio Plug 3.5mm P2
Bluetooth 5.1 + A2DP/LE
WiFi 802.11 a/b/g/n/ac (2.4Ghz, 5Ghz) + MIMO
DLNA Não suporta
NFC Suporta
GPS A-GPS, GeoTagging, GLONASS, GALILEO, BeiDou, NavIC
IrDA infravermelho Não suporta

Outras funções
Redutor de ruído Suporta
Vibração Suporta
Toques, ringtones Polifônicos e personalizados
Navegador web HTML, XHTML, HTML5
Sensores Acelerômetro
Sensor de proximidade
Bússola
Sensor de luminosidade
Giroscópio
Reconhecimento facial (desbloqueio)
Sensor de impressão digital (na tela)

Outras características - Cores: Charkoal Ink, Blue Void, Silver Ray
- OxygenOS 11
- WiFi direct, hotspot

Bateria 
Bateria LiPo: polímeros de lítio (Fixa)
Capacidade bateria 4500 mAh
Carregador, watts 30W (5V/6A) Carga rápida (fast charging)Warp Charge

MKRdezign

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