Junho 2021

 Fundador e CEO da Admix. Pioneiro do "in-play". Anteriormente dirigia um estúdio de jogos hipercasual antes que eles fossem legais.

Getty

Se você aprendeu uma nova sigla este ano, provavelmente é NFT: tokens não fungíveis. Como um ex-editor de jogos independente que se tornou empresário de tecnologia criando Admix, uma solução que ajuda os editores de jogos a integrarem a colocação de produtos em seus jogos, acredito que os NFTs têm o potencial de revolucionar a monetização dentro do jogo.

Tornando o digital valioso
Tradicionalmente, os ativos digitais são facilmente replicáveis, pois são apenas pixels nas telas. Pense em um emoji - não importa quem o projeta, seu valor cai para zero assim que é compartilhado na web, pois qualquer pessoa pode salvar uma cópia local indistinguível do original. O mesmo se aplica a imagens, vídeos, ilustrações ou arte digital.

A premissa dos NFTs é que um "certificado de blockchain" seja atribuído aos itens digitais, o que garante sua procedência, propriedade e um nível de autenticidade. Por ser "cunhado" no blockchain, não é centralizado por uma única parte - todos podem visualizar o certificado, mas ninguém pode alterá-lo. Voltando ao exemplo do emoji, agora você pode cunhar seu design em um NFT e distribuí-lo sem o risco de perder a propriedade do design - e, portanto, seu valor.


Dessa forma, seu emoji original permanece escasso, porque não pode ser replicado definitivamente. E muitas vezes ouvimos que a escassez cria valor. Mas é mesmo?

O que cria valor digital?
A resposta é que a escassez é necessária, mas não suficiente por si só, para criar valor. Portanto, podemos olhar para o valor como uma mistura de vários outros parâmetros:

Valor = Escassez + Utilidade + Reputação + Liquidez
A utilidade representa a facilidade com que o NFT pode ser usado e o que você pode realmente fazer com ele; a reputação representa o valor dado pelo perfil - popularidade ou infâmia - do criador ou fonte original; e a liquidez representa o quão fácil é comprar e vender a NFT.

Nos últimos meses, dezenas de marcas e celebridades criaram suas próprias coleções NFT com mais ou menos sucesso retumbante. NBA Top Shot vendeu US$ 500 milhões da história da NBA, Elon Musk recebeu US$ 1 milhão por sua música da NFT, a Fórmula 1 vendeu componentes digitais de carros colecionáveis ​​e a coleção de Taco Bell era bem menos popular. Então, o que impulsionou o valor dessas compras?


Olhando para a fórmula acima, podemos dizer com segurança que a reputação desempenhou um grande fator. Elon Musk recebeu uma oferta de US$ 1 milhão por ser uma celebridade e, se os clipes de basquete não fossem oficialmente endossados ​​pela NBA, não seriam tão valiosos. A escassez também desempenhou um papel, já que essas quedas são limitadas no tempo e acabam rapidamente, então FOMO (o medo de perder) leva a um comportamento irracional e especulação.

O elemento que faltava aqui era a utilidade. Ninguém comprou esses NFTs para um caso de uso específico.


A reputação e o valor impulsionado pela escassez funcionam bem para arte digital e coleções, mas esse é um público de nicho relativamente. Claro, o mercado de colecionáveis ​​digitais gerou mais de US$ 2 bilhões em transações apenas no primeiro trimestre de 2021, mas apenas em cerca de 100.000 hiper usuários, de acordo com este relatório. Isso pode muito bem continuar a ser o caso e ser um grande mercado em si, mas para realmente emergir no mainstream, os NFTs precisam provar sua utilidade além do valor puramente colecionável e especulativo.

A Camada de Utilidade
A boa notícia é que a camada de utilidade para NFTs está escondida e à vista de todos, com inúmeros usuários prontos para se envolver: jogos.

NFTs são itens digitais, então, qual lugar melhor para usá-los do que em jogos? Os jogos criarão centenas de casos de uso para NFTs e permitirão aos jogadores importá-los e realmente usá-los dentro dos jogos, seja uma espada colecionável para lutar contra um inimigo, uma obra de arte para decorar sua casa virtual ou moda digital para seu avatar. Ser capaz de fazer uso do NFT no contexto do jogo cria um valor real para todo o ecossistema. Os jogadores obtêm o benefício de possuir ativos valiosos que podem vender a outros jogadores. Os editores de jogos podem criar mais ativos para seus jogos e também programar o contrato inteligente vinculado ao NFT para obter uma pequena comissão em compras futuras. Além da compra no aplicativo tradicional ou modelo de receita de publicidade, os NFTs criam uma nova economia no jogo para os desenvolvedores monetizarem seu conteúdo.


Já existem muitas plataformas fazendo isso, incluindo Sandbox, Decentraland e Somnium Space . No Somnium Space, um mundo de realidade virtual, você pode comprar seu próprio terreno ou criar avatares para vender. Cada item, de terrenos a avatares e peças de arte digital, é um NFT. Isso significa que o terreno ou avatar que você cria não pode ser replicado e, portanto, é realmente de sua propriedade, ao contrário das compras tradicionais no aplicativo, que ainda são muito limitadas ao jogo em que você os comprou.

Vai além: a plataforma de identidade virtual Genies anunciou recentemente uma grande arrecadação de fundos para construir avatares digitais e artigos vestíveis. A plataforma de moda RTFKT faturou US$ 3 milhões em sete minutos ao vender tênis virtuais como NFTs. E onde essas plataformas encontrarão mais utilidade? Você adivinhou: jogos.

Este é um futuro que muitos descrevem como o metaverso - um mundo pertencente a seus usuários, com padrões abertos entre jogos interoperáveis ​​e mundos virtuais para que os jogadores possam realizar transações e usar os itens que possuem em várias propriedades. Embora isso represente um enorme desafio técnico e criativo, é para lá que estamos inegavelmente indo.


Então, onde isso nos deixa? O mercado NFT atual está obviamente em um ciclo de hype, com a maioria dos projetos sendo movidos por pura especulação ou um nicho de público de colecionadores. Muito desse valor não é sustentável a longo prazo. Mas à medida que os casos de uso de jogos crescem, a utilidade desses NFTs aumentará, e também o valor de mercado.

O que vimos este ano não é mais do que um primeiro passo super promissor para os NFTs, mas o verdadeiro potencial - como é frequentemente o caso no espaço digital hoje - está nos jogos.

Fonte: Forbes


Com lançamento esperado para acontecer na próxima quinta-feira (24), o Windows 11 já está entre nós — ao menos a sua versão de testes. Por isso, já tivemos acesso ao novo menu iniciar, aos papéis de parede e até mesmo aos novos recursos desenvolvidos pela Microsoft.

Contudo, o que realmente chamou a atenção de muitos usuários é o processo de instalação do sistema. Isso porque a Microsoft removeu a possibilidade do usuário criar uma conta local para usar o software.

A versão Home do Windows 11 excluiu a possibilidade do usuário usar o sistema com uma conta local. Agora, o sistema exige o login em uma conta da Microsoft existente ou a criação de uma nova.

Veja abaixo que apenas o Windows 11 Pro permitirá o uso da conta local:
Imagem/reprodução: Windows 11 Home vs Windows 11 Pro

Apesar de o novo sistema operacional exigir conexão à internet para concluir a instalação, um usuário conseguiu achar uma maneira de burlar a exigência de conta da Microsoft na versão Home.

Quando o Windows 11 Home solicita que os usuários se conectem a uma rede de internet, um simples atalho ‘Alt + F4’ fecha o prompt e a tela segue diretamente para a página de criação de conta local.


Por enquanto, ainda não é possível saber se a ausência da opção de configurar o sistema com uma conta local se tornará algo padrão no Windows 11 Home. Isso porque a versão vazada ainda está em estágio de testes e pode sofrer alterações até a compilação final.

De toda forma, o atalho descoberto pelo usuário Adam pode ajudar aqueles que ainda estão instalando o software em máquinas virtuais para testes ou apenas para experimentar a nova interface do sistema.


A Microsoft apresentou oficialmente o Windows 11, que chega no final do ano, e acabou gerando confusão com os requisitos mínimos do sistema. Um dos motivos para isso é a lista de processadores compatíveis com o SO, que deixa de fora diversos modelos de CPUs populares atualmente.

A empresa divulgou listas com os processadores Intel e AMD que são oficialmente "suportados" pelo Windows 11. No lado da Intel, a companhia recomenda o uso de chips Coffee Lake (oitava geração), Xeon Skylake-SP ou mais recentes. Já para o lado da AMD, a relação inclui as CPUs AMD Ryzen 2000, a segunda geração EPYC e componentes mais novos da marca.

Ryzen 1600 AF, que fez bastante sucesso em 2020, não aparece na lista.Fonte: Techspot/Steven Walton

A relação de processadores deixa de fora a primeira geração de chips Ryzen, incluindo relançamentos como o Ryzen 5 1600, e modelos populares da Intel que chegaram ao mercado há mais de seis anos. Até mesmo processadores de dispositivos da própria Microsoft, como o Surface Studio 2 e o Surface Go, não aparecem na lista de suporte oficial do Windows 11.

Processadores suportados pelo Windows 11 - Intel
A lista completa de processadores Intel suportados pelo Windows 11 foi divulgada pela Microsoft em seu site. Os modelos incluem chips lançados a partir de 2017, incluindo membros das linhas Core, Atom e Celeron, das seguintes gerações:

  • Intel De 8ª geração (Coffee Lake)
  • Intel de 9ª geração (Coffee Lake Refresh)
  • Intel de 10ª geração (Comet Lake)
  • Intel de 10ª geração (Ice Lake)
  • Intel de 11ª geração (Rocket Lake)
  • Intel de 11ª geração (Tiger Lake)
  • Intel Xeon Skylake-SP
  • Intel Xeon Cascade Lake-SP
  • Intel Xeon Cooper Lake-SP
  • Intel Xeon Ice Lake-SP
  • Processadores suportados pelo Windows 11 - AMD

A lista completa de chips AMD recomendados para o Windows 11 também já está disponível. Abaixo, você confere as famílias de processadores presentes na relação:

  • AMD Ryzen 2000
  • AMD Ryzen 3000
  • AMD Ryzen 4000
  • AMD Ryzen 5000
  • AMD Ryzen Threadripper 2000
  • AMD Ryzen Threadripper 3000
  • AMD Ryzen Threadripper Pro 3000
  • AMD EPYC de 2ª geração
  • AMD EPYC de 3ª geração

Enquanto a lista de chips suportados pelo Windows 11 não é tão grande quanto gostaríamos, a Microsoft disse que está trabalhando para expandir o número de processadores compatíveis com o sistema. Steve Dispensa, engenheiro da companhia, disse que o uso de uma CPU presente na lista é essencial para rodar o sistema operacional.
Confusão


Após muita confusão e informações distorcidas vindas da própria Microsoft, o engenheiro da empresa disse, em publicação no Twitter, que o uso dos processadores listados faz parte dos requisitos do Windows 11 tanto para novos sistemas quanto para upgrades. A empresa também atualizou a página de requerimentos do SO indicando a lista de chips compatíveis.

Os requisitos mínimos de CPUs do Windows 11 incluem um processador com pelo menos dois núcleos de processamento e 1 GHz de frequência. Com isso em mente, pode ser que a empresa adicione mais processadores populares para a lista de compatibilidade, uma vez que os chips teriam, em tese, poder para rodar o sistema.


Para o app da Microsoft, nem um PC rodando o Windows 11 vazado é digno de rodar o Windows 11.

Alguns notebooks com o Intel Core i7-7700HQ, que possui os requisitos necessários para encarar o SO, mas não está na lista de chips suportados pelo sistema, Rodaram direitinho o novo Windows 11, Devido a isso, o chip é recusado pela ferramenta da Microsoft que avalia a compatibilidade com o Windows 11.

Na sexta-feira, a Microsoft também lançou uma versão aprimorada do aplicativo PC Health Check, que verifica a compatibilidade do computador com o Windows 11. Com as atualizações, a ferramenta se tornou mais clara e identifica quais são os pontos que tornam cada máquina "incompatível" com o novo sistema operacional.

No entanto, ainda existem dúvidas no ar e não está muito claro quais máquinas serão capazes de rodar ou não o Windows 11. A Microsoft disse que lançará um beta do sistema em breve, o que deve trazer novas respostas (ou ainda mais dúvidas) sobre a chegada do sistema operacional, prevista para o fim do ano.

Características 
Modelo OnePlus Nord CE 5G
Outros nomes do modelo OnePlus Nord CE 5G (128GB + 6GB RAM)
País ou região onde é vendido  (Global, Internacional)
Marca OnePlus
Lançamento junho, 2021
Espessura 7,9 milímetros
Dimensões (largura x altura) 73,5 x 159,2 milímetros
Peso 170 gramas
Teclado Qwerty físico Não suporta
Antena Antena interna
Construção, materiais Corpo de plástico, tela de vidro
Resistência à água e outros Não suporta
Sistema (SO) 
Sistema operacional Android 11

Hardware
Chipset 64bits - Qualcomm Snapdragon 750G SM7225 (8nm)
CPU (processador, núcleos) Octa-Core, 2 processadores:
2.2Ghz Dual-Core Kryo 570
1.8Ghz Hexa-Core Kryo 570
GPU (placa gráfica) Qualcomm Adreno 619
Memória RAM 6GB LPDDR4X
Memória interna 128GB (107GB disponível)
UFS 2.1
Armazenamento externo Não suporta

Tela 
Tipo da tela Fluid AMOLED
Tamanho da tela 6.43" polegadas
Proporção da tela ~85,3% (screen-to-body ratio)
Resolução da tela 1080x2400 pixels (20:9)
Touchscreen Capacitiva Multitouch
Densidade (pixels x polegadas) 409 PPI
Cores 16 milhões
Tela resistente a riscos Não suporta
Recursos da tela 90Hz


Rede de telefonia 
Dual-chip Dual-SIM Standby - Chamada ativa em uma das linhas
Cartão SIM 2 chips (Dual-Chip)
nano-SIM (4FF)
Download/upload máximo 2000/1024 Mbps
Tecnologia de telefonia 2G, 3G, 4G, 5G
Frequências, bandas 
Frequência GSM Mhz Quad-Band 850/900/1800/1900
Rede 2G primária GSM 850/900/1800/1900
Rede 3G primária UMTS 800/850/900/1700/1900/2100
Rede 4G primária LTE Cat18
VoLTE

Europe version:
LTE (1, 2, 3.4, 5, 7, 8, 12, 17, 18, 19, 20, 26, 28, 66)
TD-LTE (39, 40, 41)

India version:
LTE (1, 2, 3.4, 5, 7, 8, 12, 17, 18, 19, 20, 26, 66)
TD-LTE (39, 40, 41)

Rede 5G primária Europe version:
SA/NSA (1, 3, 5, 7, 8, 20, 28, 38, 40, 41, 77, 78)

India version:
SA/NSA (78)

Rede de dados móveis primária GPRS, EDGE, UMTS, HSDPA, HSUPA, HSPA+, TD-LTE, LTE, LTE-A, 5G SA/NSA

Rede 2G secundária GSM 850/900/1800/1900
Rede 3G secundária UMTS 800/850/900/1700/1900/2100
Rede 4G secundária Não suporta
Rede de dados móveis secundária GPRS, EDGE, UMTS, HSDPA, HSUPA, HSPA+



Mensagem e voz 
Mensagens SMS (T9), MMS, E-mail, Push mail
Viva voz Suporta
Video chamada Suporta
Controle de chamada Discagem de voz, Gravador de voz, Comando de voz

Câmera
Câmera traseira (principal) (câmera tripla)64 megapixels8MP ultrawidef/2.3119º2MP depthf/2.4
Resolução câmera principal 10120x6328 pixels
Gravação vídeo câmera principal 4K UHD (3840x2160) 30 fps
Flash Flash Dual-LED
Abertura focal f/1.8 (aperture)
Distância focal 26mm (lente)
Tamanho pixel 0.7µm pixel
Autofocus PDAF: foco automático de detecção de fase
Touch focus Suporta
Estabilização de imagem EIS: Estabilização digital
Zoom Apenas zoom digital
Face/smile detection Detecção facial, Detecção de sorriso
Sensor BSI Não suporta
HDR HDR foto em ambas as câmeras



2ª câmera 
Câmera frontal (secundária) 16 megapixels
Resolução câmera frontal 4608x3456 pixels
Gravação vídeo câmera frontal Full HD (1920x1080)
Flash frontal Não suporta
Abertura focal f/2.5 (aperture)
Tamanho sensor 1/3" polegadas
Tamanho pixel 1µm pixel

Multimídia 
Rádio Não suporta
TV Não suporta
Formatos de vídeo MP4, H.265, H.264, H.263, XviD, MKV
Formatos de áudio MP3, WAV, WMA, eAAC+, FLAC



Conectividade 
USB USB 2.0 Type-C, USB OTG On-The-Go
Saída para TV USB Type-C (reversível)
Saída para áudio Plug 3.5mm P2
Bluetooth 5.1 + A2DP/LE
WiFi 802.11 a/b/g/n/ac (2.4Ghz, 5Ghz) + MIMO
DLNA Não suporta
NFC Suporta
GPS A-GPS, GeoTagging, GLONASS, GALILEO, BeiDou, NavIC
IrDA infravermelho Não suporta

Outras funções
Redutor de ruído Suporta
Vibração Suporta
Toques, ringtones Polifônicos e personalizados
Navegador web HTML, XHTML, HTML5
Sensores Acelerômetro
Sensor de proximidade
Bússola
Sensor de luminosidade
Giroscópio
Reconhecimento facial (desbloqueio)
Sensor de impressão digital (na tela)

Outras características - Cores: Charkoal Ink, Blue Void, Silver Ray
- OxygenOS 11
- WiFi direct, hotspot

Bateria 
Bateria LiPo: polímeros de lítio (Fixa)
Capacidade bateria 4500 mAh
Carregador, watts 30W (5V/6A) Carga rápida (fast charging)Warp Charge


Características 
Modelo Xperia 1 III
Outros nomes do modelo Sony Xperia 1 III (XQBC52V.UKCX, XQBC62/V, SO-51B, SOG03)
País ou região onde é vendido  (Global, Internacional)
Marca Sony
Lançamento junho, 2021
Espessura 8,2 milímetros
Dimensões (largura x altura) 71 x 165 milímetros
Peso 186 gramas
Teclado Qwerty físico Não suporta
Antena Antena interna
Construção, materiais Estrutura de alumínio, tela/traseira de vidro
Resistência à água e outros Certificado IP68: a prova d'água até 1,5 metros por 30min e resistente à poeira



Sistema (SO) 
Sistema operacional Androd 11


Hardware
Chipset 64bits - Qualcomm Snapdragon 888 SM8350 (5nm)
CPU (processador, núcleos) Octa-Core, 3 processadores:
2.84Ghz Single-Core Kryo 680
2.42Ghz 3-Cores Kryo 680
1.8Ghz Quad-Core Kryo 680
GPU (placa gráfica) Qualcomm Adreno 660 840Mhz
Memória RAM 12GB LPDDR5
Memória interna 256GB (230GB disponível)
UFS 3.0
Armazenamento externo Até 1TB microSD, microSDXC
(híbrido, usa o mesmo espaço do cartão SIM-2)


 
Tela 
Tipo da tela OLED
Tamanho da tela 6.5" polegadas
Proporção da tela ~84,2% (screen-to-body ratio)
Resolução da tela 1644x3840 pixels (21:9)
Touchscreen Capacitiva Multitouch 10 pontos
Densidade (pixels x polegadas) 643 PPI
Cores 1 bilhão
Tela resistente a riscos Gorilla Glass Victus
Recursos da tela 120Hz, HDR10+


Rede de telefonia 
Dual-chip Dual-SIM Standby - Chamada ativa em uma das linhas
(híbrido, usa o mesmo espaço do cartão microSD)
Cartão SIM 2 chips (Dual-Chip)
nano-SIM (4FF)
Download/upload máximo 2000/1024 Mbps
Tecnologia de telefonia 2G, 3G, 4G, 5G
Frequências, bandas
Frequência GSM Mhz Quad-Band 850/900/1800/1900
Rede 2G primária GSM 850/900/1800/1900
Rede 3G primária UMTS 800/850/900/1700/1900/2100
Rede 4G primária LTE Cat20
VoLTE

America version:
LTE (1, 2, 3, 4, 5, 7, 8, 12, 13, 17, 19, 20, 25, 26, 28, 29, 32, 66, 71)
TD-LTE (34, 38, 39, 40, 41, 46, 48)

Europe version:
LTE (1, 2, 3, 4, 5, 7, 8, 12, 13, 17, 19, 20, 25, 26, 28, 29, 32, 66)
TD-LTE (34, 38, 39, 40, 41, 46)

Asia version:
LTE (1, 2, 3, 4, 5, 7, 8, 12, 13, 17, 19, 20, 25, 26, 28, 29, 66)
TD-LTE (34, 38, 39, 40, 41, 46)
Rede 5G primária America version:
SA/NSA/Sub6 (1, 2, 3, 5, 7, 8, 20, 28, 38, 40, 41, 66, 71, 77, 78)

Europe version:
SA/NSA/Sub6 (1, 3, 5, 7, 8, 20, 28, 38, 40, 41, 77, 78)

Asia version:
SA/NSA/Sub6 (1, 3, 5, 7, 8, 28, 38, 40, 41, 77, 78, 79)
Rede de dados móveis primária GPRS, EDGE, UMTS, HSDPA, HSUPA, HSPA+, TD-LTE, LTE, LTE-A, 5G SA/NSA
Rede 2G secundária GSM 850/900/1800/1900
Rede 3G secundária UMTS 800/850/900/1700/1900/2100
Rede 4G secundária Não suporta
Rede de dados móveis secundária GPRS, EDGE, UMTS, HSDPA, HSUPA, HSPA+

Mensagem e voz

Mensagens SMS (T9), MMS, E-mail, Push mail

Viva voz Suporta
Video chamada Suporta
Controle de chamada Discagem de voz, Gravador de voz, Comando de voz


Câmera
Câmera traseira (principal) (câmera quádrupla)12 megapixels12MP telephotof/2.3|70mmf/2.8|105mm1/2.9"PDAFOIS4.4x-optical-zoom12MP ultrawidef/2.2124º16mm1/2.6"PDAF0.3MP depthTOF3D
Resolução câmera principal 4000x3000 pixels
Gravação vídeo câmera principal 4K UHD (3840x2160) 120 fps
Flash Flash LED
Abertura focal f/1.7 (aperture)
Distância focal 24mm (lente)
Tamanho sensor 1/1.7" polegadas
Tamanho pixel 1.8µm pixel
Autofocus PDAF: foco automático de detecção de fase
Touch focus Suporta
Estabilização de imagem OIS: Estabilização ótica
Zoom Zoom digital e ótico
Face/smile detection Detecção facial, Detecção de sorriso
Sensor BSI Suporta
HDR HDR foto/video em ambas as câmeras


2ª câmera 
Câmera frontal (secundária) 8 megapixels
Resolução câmera frontal 3264x2448 pixels
Gravação vídeo câmera frontal 4K UHD (3840x2160)
Flash frontal Não suporta
Abertura focal f/2.0 (aperture)
Distância focal 24mm (lente)
Tamanho sensor 1/4" polegadas
Tamanho pixel 1.12µm pixel

Multimídia 
Rádio Não suporta
TV Não suporta
Formatos de vídeo MP4, H.265, H.264, H.263, XviD, MKV
Formatos de áudio MP3, WAV, WMA, eAAC+, FLAC

Conectividade
USB USB 3.1 Type-C, USB OTG On-The-Go
Saída para TV USB Type-C (reversível)
Saída para áudio Plug 3.5mm P2
Bluetooth 5.2 + A2DP/LE
WiFi 802.11 a/b/g/n/ac/ax wifi6 (2.4Ghz, 5Ghz) + MIMO
DLNA Suporta
NFC Suporta
GPS A-GPS, GeoTagging, GLONASS, GALILEO, BeiDou, QZSS
IrDA infravermelho Não suporta

Outras funções 
Redutor de ruído Suporta
Vibração Suporta
Toques, ringtones Polifônicos e personalizados
Navegador web HTML, XHTML, HTML5
Sensores Acelerômetro
Sensor de proximidade
Bússola
Sensor de luminosidade
Giroscópio
Barômetro
Efeito Hall
Reconhecimento facial (desbloqueio)
Sensor de impressão digital (na lateral)

Outras características - Cores: Preto frosted, Cinza, Roxo
- Tela de 60Hz em resolução 4K
- Câmeras com lentes ZEISS
- 24-bit/192kHz audio
- Dynamic vibration system
- PS4 Remote Play
- Compatível com DUALSHOCK 4
- WiFi direct, hotspot

Bateria 
Bateria LiPo: polímeros de lítio (Fixa)
Capacidade bateria 4500 mAh
Carregador, watts 30W Carga rápida (fast charging) Carregamento reverso USB entre aparelhos Carregamento sem fio (Qi Wireless/WPC) Carregamento reverso sem fio entre aparelhosUSB Power Delivery 3.0

As antenas Starlink, apelidadas de “Dishy”, devem ser instaladas em local aberto e com visão direta do céu. Crédito: darkpenguin/Reddit

Com a chegada do verão no hemisfério norte, uma limitação do serviço de banda larga Starlink, da SpaceX, está se tornando clara: as antenas parabólicas usadas para comunicação com os satélites em órbita são incapazes de lidar com altas temperaturas.

Segundo um usuário do fórum de discussão Reddit identificado como “SocietyTomorrow“, a conexão caiu ao meio-dia desta terça-feira (15). Ao consultar o aplicativo do serviço no celular, ele viu o aviso de que a antena tinha superaquecido e que a conexão seria retomada após ela esfriar.

Mensagem no app da Starlink, alertando que a antena superaqueceu. Imagem: SocietyTomorrow / Reprodução

A temperatura no momento, de acordo com o usuário, era de 44 ºC (112 ºF), com uma máxima ao Sol prevista para 48 ºC (119 ºF). Segundo a SpaceX a antena, apelidada de “Dishy”, pode funcionar em temperaturas externas de -30 ºC a 40 ºC, e se desliga para proteção quando a temperatura interna atinge os 50 ºC (122 ºF). E devemos considerar, além da temperatura externa, o calor produzido pelos componentes internos.


Outros usuários reportaram o mesmo problema. Um deles, com uma antena localizada em uma região remota a 80 km ao sul do Grand Canyon, disse que sua antena “também está desligando e ligando. Ela voltou a funcionar hoje uma hora após desligar para resfriar, mas parou novamente às 12h30. A última temperatura reportada pela minha estação meteorológica foi de 39,4 ºC (103 ºF)”, afirmou.

Para resolver o problema, SocietyTomorrow usou uma técnica conhecida por muitos brasileiros no verão: um “banho de mangueira”. “Apontei um aspersor (sprinkler) para o Dishy, e assim que ele se resfriou o suficiente para religar ouvi o YouTube funcionando”, disse.

“Mas a solução é temporária. Quando desliguei o Sprinkler, a antena aqueceu novamente e entrou em um loop, funcionando por alguns minutos e desligando para resfriar. O superaquecimento começou hoje por volta das 11h30 e a conexão só voltou a funcionar de forma estável às 19h. Estou indo à loja de materiais de construção para comprar materiais para construir uma espécie de toldo/vela para proteger a antena da luz direta e evitar impacto na conexão e velocidade”, disse ao site Ars Technica.

A SpaceX planeja oferecer o serviço Starlink no Brasil, e já registrou o CNPJ de duas subsidiárias nacionais para isso. Mas a “sensibilidade ao calor” pode ser um problema para os usuários em nosso país, onde várias regiões atingem facilmente 40 ºC à sombra no verão.

Novo sistema operacional da Microsoft possui semelhanças com o Windows 10X e design minimalista; veja o que já se sabe sobre o Windows 11

Reprodução/Baidu

O Windows 11 deve ser anunciado oficialmente pela Microsoft em um evento na próxima quinta-feira (24). Após o vazamento de supostos screenshots feitos por um usuário do Baidu, surgiu ainda na web uma build do sistema para desenvolvedores, disponível para download. A nova interface exibe um design mais simples e minimalista, muito parecida com a do recentemente cancelado Windows 10X.

Entre as principais características do Windows 11, podem ser destacados o "Menu Iniciar" centralizado, um novo modo de gerenciar janelas, ícones remodelados, widgets no desktop, wallpapers para modos claro e escuro e uma maior conectividade com o Xbox. Confira, a seguir, o que já se sabe e o que esperar do novo sistema da Microsoft.

Ícones da barra de ferramentas estão centralizados no Windows 11 — Foto: Reprodução/Baidu

Desktop e visual
Tanto para o modo claro quanto para o escuro, os wallpapers do novo Windows 11 não deixam de chamar a atenção por serem imagens vívidas e com aspecto fluido. Vale lembrar que o design do novo sistema operacional traz janelas com cantos arredondados, que também estão presentes no Menu Iniciar.

Outra mudança significativa do design está no logotipo do Windows, que deixa de ter a forma semelhante ao trapézio para se tornar um quadrado, como o próprio logo da Microsoft. Além disso, ícones do sistema e o som de inicialização também foram renovados.

Menu Iniciar e demais ícones ganham nova aparência no Windows 11 — Foto: Reprodução/Baidu

Menu Iniciar e barra de tarefas
Antes dispostos do lado esquerdo da tela, os ícones de programas fixados passaram a ocupar o centro da barra de tarefas em uma disposição que lembra a do macOS, mas o usuário pode retorná-la para a esquerda por meio das configurações. A barra de pesquisa também está diferente: foi de um largo retângulo para um pequeno ícone de lupa na taskbar, que abre uma janela flutuante para digitar o programa desejado.

Acesso à barra de pesquisa do Windows 11 deverá ser pelo ícone da lupa — Foto: Reprodução/Baidu

Já no Menu Iniciar, o recurso "Live Tiles", ou Blocos Dinâmicos, foi retirado do sistema para dar lugar a uma hierarquia direta de aplicativos com ícones estáticos. Há também uma lista de apps e documentos recomendados, baseados nas atividades recentes do usuário.

Gerenciamento de janelas
O Windows 11 também incluiu novos controles de para maximizar e minimizar janelas, chamados de "Fancy Zones". Com eles, é possível posicionar janelas de aplicativos ou navegadores em zonas quadradas ou retangulares ao longo da tela apenas passando o mouse sobre o botão de restaurar tamanho. O recurso é uma atualização do modo cascata, que já existia em versões anteriores.

Windows 11 deve trazer novo sistema de organização de janelas inteligente — Foto: Reprodução/Baidu

Widgets
A barra inferior também conta com um ícone de widgets. Ao clicar sobre ele, um painel de atualizações é aberto para que o usuário possa fixar notícias de diversos assuntos, gráficos da bolsa de valores, previsão do tempo e até o placar de campeonatos esportivos.
Painel de widgets com notícias e outros blocos deve estar no Windows 11 — Foto: Reprodução/The Verge

Segundo o site especializado Gizmodo, o recurso pode ser uma substituição ao "Live Tiles", que incorporou a forma de widget e atalho. A tela que se abre ocupa grande parte da lateral esquerda. A última atualização do Windows 10 trouxe um painel parecido disposto perto do relógio.

Cortana escondida
Aba de configurações do novo Windows 11 — Foto: Reprodução/Baidu

Com a saída da antiga barra de pesquisa, o sistema operacional também retirou completamente o ícone da assistente virtual Cortana da barra de tarefas. Para ativá-la, é preciso configurá-la manualmente no menu de ajustes do computador. A mudança poderia estar associada a reclamações de usuários sobre as limitações da assistente em relação a outras presentes no mercado.

Outros recursos
Em abril deste ano, a empresa informou que estava trabalhando em uma atualização da Microsoft Store, mas ainda não é possível ver mudanças significativas no aplicativo. Uma das alterações poderia ser a inclusão de qualquer software do Windows, como navegadores e plataformas de comércio de terceiros. Para os gamers, ficou mais fácil acessar os jogos do Xbox Game Pass, suas redes sociais e a loja do Xbox com o novo app, que já vem integrado ao Windows 11.

Novo aplicativo Xbox facilita acesso ao painel de jogos no Windows 11 — Foto: Reprodução/The Verge

GPUs. Imagem: ShutterStock

Talvez os preços das placas caiam ainda mais se as restrições continuarem.

A batalha das autoridades chinesas contra os mineradores de criptomoedas levou não apenas a queda nos preços dos ativos digitais, mas também a uma redução no custo das escassas placas de vídeo utilizadas no processo de mineração.

Os preços das placas de vídeo da Nvidia e da Asus na China caíram significativamente na esteira das recentes proibições de mineração de criptomoedas, de acordo com o South China Morning Post.

Nas últimas semanas, a nação asiática baniu as atividades de mineração de criptomoedas. Além disso, algumas empresas de mineração bloquearam mineradores com endereços de IP da China continental. As empresas relataram que tomaram essas medidas para cumprir as regulamentações do governo.

Como resultado, uma GPU da Nvidia modelo P1000 que em maio – antes da proibição – custava uma média de 3.000 yuans (cerca de R$ 2.500), agora está sendo vendida por menos de R$ 2.000.

A placa mais avançada da ASUS, a RTX3060, que tem chip da AMD, custava 13.499 yuans (mais de 10 mil reais), agora custa apenas apenas R$ 3.639.
Placas de vídeo

Os processadores usados ​​em placas de vídeo são excelentes para os cálculos necessários no processo de “mineração” de criptomoedas. Quanto mais poderoso o hardware usado pelo minerador, maior a probabilidade de que seja ele, e não seus concorrentes, que calculará o próximo bloco na blockchain e “obterá” uma recompensa na forma de uma moeda digital.

Os gamers, para quem a maioria das placas se destina principalmente, nos últimos meses, no contexto do crescimento do preço do Bitcoin e da popularidade da mineração, foram forçados a pagar preços literalmente exorbitantes nas GPUs.

Além disso, o aumento global do preço afetou não apenas os novos produtos, mas também as placas de vídeo obsoletas vendidas no mercado secundário.

A província chinesa de Sichuan, que depende fortemente da energia hidrelétrica e continua sendo um dos últimos paraísos dos mineradores do país, proibiu a mineração de criptomoedas no sábado (19).

As autoridades ordenaram que as empresas de energia denunciem os clientes que possam estar minerando criptomoedas.

Proibições semelhantes foram impostas por outras regiões com eletricidade barata, incluindo a Mongólia Interior e a Região Autônoma de Xinjiang Uygur.

No pico do valor das criptomoedas, a China respondia por mais de 60% da capacidade mundial de mineração.

Talvez os preços das placas caiam ainda mais se as restrições continuarem.

Fonte: Livecoins

Imagem: Reprodução/Nicewalp

Às 12h (horário de Brasília) do dia 24 de junho, a Microsoft apresentará, em evento, o "vem por aí" para seu sistema operacional. Rumores indicam que, em vez de apenas uma atualização para o Windows 10, a empresa lançará o Windows 11, pois a animação que divulgou exibe duas colunas verticais projetadas em uma superfície semelhantes ao número.

Yusuf Mehdi, executivo da companhia, postou em seu perfil no Twitter que "nunca esteve tão empolgado com uma nova versão do Windows desde o Windows 95", dando força à teoria. Além disso, Satya Nadella, CEO da big tech, prometeu que será "um dos updates mais significativos da última década", assim como Panos Panay, chefe-executivo, falou sobre a "próxima geração" do SO.

De todo modo, sabe-se que as novidades virão de um projeto, por enquanto, chamado de Sun Valley, ao qual a Microsoft se refere como um "rejuvenescimento visual arrebatador" de sua solução para PCs — e espera-se mudanças radicais a caminho, muitas delas originadas do Windows 10X, descontinuiado pela gigante.

Para quem usa e para profissionais
Um novo menu inicial, ícones de sistema inéditos, cantos arredondados nos elementos e integração de aplicativos são algumas das expectativas, que vão além de simples alterações de interface. Também são esperadas correções de problemas persistentes relacionados à exibição de programas em vários monitores, o recurso de HDR do Xbox Auto e melhorias no suporte de áudio Bluetooth.

Aliás, considerando que Satya Nadella garantiu o desbloqueio de "maiores oportunidades econômicas para desenvolvedores e criadores", outro produto que pode receber atenção é a loja da Microsoft.

A expectativa é de que ela permitirá a submissão de qualquer ferramenta, incluindo navegadores e plataformas de comércio de terceiros, eliminando, assim, a obrigatoriedade da cobrança de uma fatia dos ganhos (por exemplo, os 12% já anunciados para quem desejar apostar nela, no caso de jogos).

Mudanças podem ir muito além do visual.

Se todas essas previsões se concretizarem, é possível que o Windows 10 não seja sua "última versão", conforme apontado pela própria companhia, e que a empresa renove seu interesse na plataforma, tendo em vista o crescimento de uso apresentado durante a pandemia.

Isso, por fim, impulsionaria a venda de hardwares, uma vantagem e tanto para outras fabricantes.

Fontes: The Verge

EllaLink é o primeiro cabo de fibra ótica de alta capacidade a ligar América Latina e Europa. Equipamento será usado para fins comerciais e de pesquisa.

Implantação do cabo submarino de fibra ótica em Sines, Portugal — Foto: Divulgação/EllaLink

O cabo submarino de fibra ótica entre Brasil e Portugal inaugurado na última terça-feira (1º) deve oferecer internet rápida e estável para usuários. O EllaLink, como é conhecido, é o primeiro de alta capacidade a ligar os dois países.

Os usuários vão se beneficiar da estrutura após operadoras de internet, bem como serviços de streaming, de nuvem e financeiros, como bancos e bolsas de valores, adquirirem parte da capacidade de tráfego. O cabo também será utilizado por instituições de pesquisa e redes corporativas.

Em resumo, o novo cabo traz duas melhorias:
Alta velocidade e baixa latência, que é o tempo que uma informação leva para sair de um ponto ao outro. Isso é útil para serviços que têm um tráfego intenso de dados e exigem um tempo de resposta curto, como jogos online e transmissões ao vivo.

Segurança: a conexão direta entre Brasil e Portugal diminui riscos, já que os dados não precisam passar por equipamentos de outros países, como os Estados Unidos.

Extensão
Com cerca de 6 mil quilômetros, o EllaLink sai de Fortaleza, para onde também são enviadas informações de São Paulo e Rio de Janeiro. Há ainda uma ligação com a Guiana Francesa.

Da capital cearense, o cabo segue em direção à cidade de Sines, em Portugal, que, por sua vez, é interligada por cabos terrestres a Lisboa, Madri, Barcelona e Marselha. No Oceano Atlântico, ele também se conecta com Cabo Verde, Mauritânia e Marrocos, além de Ilha da Madeira e Ilhas Canárias.

EllaLink é o primeiro cabo de alta velocidade entre América Latina e Europa. — Foto: Arte/G1

Mais velocidade, menos latência
Criado para ter vida útil de 25 anos, o cabo deve garantir mais velocidade na comunicação entre os continentes. Segundo a EllaLink, empresa que o construiu, ele foi projetado para ter capacidade de tráfego de 72 Terabits por segundo (Tbps). No entanto, uma mudança na fase final de instalação elevou o número para 100 Tbps.

Desde 2014, outros cabos de alta capacidade, semelhantes ao EllaLink, foram instalados entre a América do Sul e a América do Norte. No entanto, eles são superados pelo novo cabo entre Brasil e Portugal por conta de outro fator.

A latência, isto é, o tempo que uma informação leva para sair de um ponto ao outro, do EllaLink é de menos de 60 milissegundos. De acordo com a companhia, o número representa uma queda de 50% ao que costuma ser registrado.

A redução da latência acontece porque, até então, a comunicação de alta velocidade entre Brasil e Europa dependia de cabos que passam primeiro pelos Estados Unidos. A rota direta permite que os dados cheguem mais rapidamente ao destino.

Novo cabo submarino pode benefiar jogos online e transmissões ao vivo — Foto: Soumil Kumar/Pexels

A conexão direta entre América Latina e Europa pode melhorar o desempenho de aplicações que dependem de um tráfego intenso de dados, diz o gerente de infraestrutura do IX.br, projeto do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), Julio Sirota.

“A instalação do novo cabo submarino deve criar rotas mais curtas com a Europa e consequentemente com latência menor, permitindo uma melhor performance para quem pretende utilizar jogos e fontes de streaming de vídeo localizados na Europa”, explicou.

Em comunicado, o governo brasileiro destacou que o EllaLink vai melhorar oportunidades de pesquisa e educação na América Latina e na Europa. Isso porque parte da capacidade do cabo será destinada a um consórcio acadêmico.

O Construindo a Ligação da Europa com a América Latina (BELLA, na sigla em inglês), como é conhecido, reúne instituições de pesquisa de países nas duas regiões. A expectativa é que o cabo ajude pesquisadores a acessarem equipamentos científicos que estão em outros países.

Mais privacidade
A conexão entre América Latina e Europa por meio do EllaLink também oferece mais segurança na comunicação. Isso porque ele não precisará de um país intermediador, como os EUA, para chegar ao destino.

O projeto do cabo submarino foi criado em 2012, mas ganhou força anos depois da revelação de um escândalo de espionagem americana.

Em 2013, documentos vazados por Edward Snowden, ex-analista da Agência de Segurança Nacional (NSA, na sigla em inglês) dos Estados Unidos, indicaram que o órgão teve acesso a e-mails e ligações de brasileiros, incluindo a ex-presidente Dilma Rousseff.

Edward Snowden revelou escândalo de espionagem da NSA sobre o governo brasileiro em 2013. — Foto: Brendan McDermid/Reuters/Arquivo

Segundo Sirota, as ligações que passam pelos EUA aumentam os potenciais riscos de segurança porque precisam passar por equipamentos intermediários em território americano antes de seguirem para o restante da rota.

"Do ponto de vista de segurança e privacidade, quanto menos pontos intermediários existirem, menor a possibilidade de ações indevidas sobre os dados trafegados", afirmou.

Outra vantagem do cabo está no que é conhecido como a disponibilidade da rede. Com uma rota adicional entre América Latina e Europa, os serviços podem continuar funcionando normalmente mesmo que o caminho que passa pelos EUA esteja bloqueado.

Quem financia o cabo?
O investimento para a construção do cabo submarino veio da EllaLink, que afirma ter destinado 150 milhões de euros (R$ 923 milhões, na cotação atual). A maior parte do valor foi obtida com empresas como o Banco Europeu de Investimento (EIB, na sigla em inglês), ligado à União Europeia.

Outra quantia foi destinada pelos chamados clientes-âncora. Entre os principais, está o consórcio BELLA. O grupo é formado pelas redes de pesquisa da Europa (Géant) e da América Latina (RedCLARA), que usarão parte da capacidade de tráfego no intercâmbio científico, além das empresas Cabo Verde Telecom e Emacon (Ilha da Madeira).

A União Europeia afirmou que investiu 26,5 milhões de euros (cerca de R$ 163 milhões) por meio do consórcio BELLA.

O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), por sua vez, informou ter realizado um aporte de 8,9 milhões de euros (R$ 54,8 milhões). O investimento teria sido feito por meio da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), organização social do MCTI.

Mas os executivos da EllaLink afirmam que o aporte total do consórcio BELLA foi de 25 milhões de euros. A empresa alega que, deste valor, cerca de 70% (17,5 milhões de euros) vieram da União Europeia, enquanto os 30% restantes (7,5 milhões de euros) foram aplicados pelo Brasil.

Além da ligação com a Europa, o governo brasileiro se juntou a Argentina, Austrália e Nova Zelândia no projeto de um cabo submarino de fibra ótica que ligará a América do Sul à Ásia e à Oceania. Conhecido como Humboldt, o projeto custará em torno de US$ 400 milhões e prevê um cabo com capacidade inicial de transmissão de dados de 400 Gbps.

Fonte: G1


No final do ano passado, a Samsung apresentou ao mundo a Sam, assistente virtual para compras na loja online da marca. À época, a companhia explicou que a inteligência artificial auxilia os consumidores com dúvidas sobre produtos, serviços, pedidos e mais. Nesta semana, a gigante da tecnologia resolveu inovar e remodelar a Sam.

Com um novo visual em 3D e mais moderno, o trabalho foi feito pela empresa Lightfarm, que divulgou o resultado antes que a própria sul-coreana falasse sobre o assunto. Além do novo rosto, a personagem ganhou novas roupas, acessórios, expressões e atitudes.

"Ao longo do processo, a equipe se dedicou a desenvolver materiais realistas, principalmente para o cabelo e roupas do personagem, para que Sam parecesse esteticamente agradável. Sam foi uma parceria incrível entre a Cheil Agency e a Lightfarm e estamos emocionados por fazer parte deste projeto", divulgou a Lightfarm em suas redes sociais.

Nova Sam, personagem da Samsung.

Com estúdios no Rio de Janeiro, Melbourne, Auckland e Los Angeles, a Lightfarm é reconhecida como uma das principais empresas de animação do mundo. O projeto da Sam, inclusive, contou com uma equipe formada basicamente por artistas brasileiros.

Uma curiosidade por parte da Lightfarm é que todas menções à personagem da Samsung foram apagadas das redes sociais e site da empresa. As informações estavam no ar até o início desta semana, mas nesta quarta-feira (2) tudo já havia sido deletado. Até um vídeo que havia sido publicado no Vimeo, que mostrava a assistente virtual brincando com o seu "desaparecimento", sumiu da internet.

O TecMundo conseguiu reacessar a página especial com detalhes sobre o trabalho com a ferramenta Wayback Machine, que salva várias versões de páginas online. Confira, a seguir, como era o site da Lightfarm. Para quem quiser acessar diretamente e ver o resultado completo, bastar entrar nesta página e clicar nas datas de 30 ou 31 de maio.

 
Página da Lightfarm mostrava artes conceituais, detalhes e o nome de todos os artistas envolvidos no projeto Sam

Confira, na galeria abaixo, o resultado da nova personagem em comparação com a versão anterior.




Histórico da Sam
A personagem da Samsung surgiu no meio de um movimento crescente de humanização das marcas. Entre os principais exemplos do mercado brasileiro estão a Lu (Magazine Luiza), Nat (Natura) e o Bahianinho (Casas Bahia), personagens que interagem com os clientes nas redes sociais e criam um senso de proximidade.

"Em busca de estreitar cada vez mais o relacionamento com os consumidores, a Samsung lançou a Sam, sua nova assistente virtual para quem estiver comprando ou pesquisando produtos como smartphones, tablets, smartwatches e fones de ouvido sem fio na loja online da empresa. Dinâmica, objetiva e com um vasto repertório de respostas, a solução de Inteligência Artificial auxilia os usuários com diversas informações sobre os mais variados tipos de dúvidas", explicou a marca sul-coreana no lançamento da personagem em outubro de 2020.

Jannos Artusi, head de e-commerce da Samsung Brasil, explicou à época que a assistente Sam ofereceria às pessoas uma nova maneira de interagir, o que facilitaria a busca pelos produtos.

Crush da internet
O assunto viralizou nas redes sociais no último final de semana. Muita gente comentou sobre a nova Sam, que virou o "crush" da internet. Confira, a seguir, algumas das brincadeiras feitas com o assunto.






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