Novembro 2019


O Google lançou naterça-feira passada o Stadia, o seu serviço de jogos via streaming. Disponível inicialmente em partes da América do Norte e da Europa, o streaming de jogos tem como diferencial a possibilidade de rodar games em praticamente qualquer dispositivo.

Assim, em vez de exigir um console dedicado, como o PS4 ou Xbox One, o Stadia roda em servidores do Google, fazendo com que os jogos sejam transmitidos via internet para o usuário. Com isso, mesmo usuários de computadores ou celulares modestos conseguem experienciar títulos com a qualidade de consoles de ponta.

Entre os jogos já disponíveis na plataforma, estão: “Assassin’s Creed Odyssey”, “Attack on Titan: Final Battle 2” e “Football Manager 2020”. Além disso, a gigante de buscas também lançou um controle próprio - o Stadia Controller - que custará 70 dólares. A assinatura do Google Stadia custa 10 dólares, cerca de 42 reais em conversão direta. Ainda não há data oficial de quando o streaming de jogos deve chegar ao Brasil.


O iPhone 11 Pro Max é o maior e mais avançado smartphone anunciado pela Apple em 2019, trazendo o conjunto de câmeras do iPhone 11 Pro com uma tela maior e mais capacidade de bateria, completando os lançamentos da empresa do ano.

LANÇAMENTO: 10.SET.2019
Display: 6.5"
Sistema Operacional: iOS 13
Resolução: 1242 x 2688px
Capacidade: 64/256/512 GB 4 GB RAM
Cartão de Memória: Não
Tecnologia de Rede: GSM / CDMA / HSPA / EVDO / LTE
Outros nomes no mercado: iPhone 11 Pro Max, 11 Pro Max

Ficha Técnica
REDE
Tecnologia GSM / CDMA / HSPA / EVDO / LTE
Bandas 2G GSM 850 / 900 / 1800 / 1900
Bandas 3G HSDPA 850 / 900 / 1700(AWS) / 1900 / 2100
Velocidade HSPA 42.2/5.76 Mbps, LTE-A 1.6 Gbps DL, EV-DO Rev.A 3.1 Mbps
Bandas 4G Banda LTE 1(2100), 2(1900), 3(1800), 4(1700/2100), 5(850), 7(2600), 8(900), 11(1500), 12(700), 13(700), 17(700), 18(800), 19(800), 20(800), 21(1500), 25(1900), 26(850), 28(700), 29(700), 30(2300), 32(1500), 34(2000), 38(2600), 39(1900), 40(2300), 41(2500), 42(3500), 46, 48, 66(1700/2100)


ESTRUTURA
Dimensões 158 x 77.8 x 8.1 mm
Peso 226 g
SIM Card Single SIM (Nano-SIM e/ou SIM) ou Dual SIM (Nano-SIM)
Corpo Vidro frontal e traseiro com moldura em alumínio

TELA
Tipo Super Retina XDR OLED
Tamanho 6.5 polegadas
Resolução 1242 x 2688 pixels
Proteção Vidro oleofóbico resistente a riscos


PLATAFORMA
Sistema operacional iOS 13
Chipset Apple A13 Bionic (7 nm+)



MEMÓRIA
Cartão de Memória Não
Interna 64/256/512 GB 4 GB RAM



ÁUDIO
Alto-Falantes Sim (estéreo)
Saída 3.5mm Não


CONEXÕES
Wireless Wi-Fi ax
Bluetooth 5.0
GPS GPS, GLONASS, GALILEO, QZSS
Rádio Não
USB 2.0 (Lightning)
NFC Sim




RECURSOS
Sensores Face ID, acelerômetro, giroscópio, proximidade, bússola, barômetro

BATERIA
Conversação Até 20 h
Reprodução de Música Até 80 h

CÂMERA PRINCIPAL
Recursos Flash em dois tons (4 LEDs), HDR
Vídeo 2160p@24/30/60fps, 1080p@30/60/120/240fps, HDR
Tripla 12 MP, f/1.8, 26mm (wide), 1/2.55", 1.4µm, PDAF, estabilização óptica + 12 MP, f/2.0, 52mm (teleobjetiva), 1/3.4", 1.0µm, PDAF, estabilização óptica, zoom óptico 2x + 12 MP, f/2.4, 13mm (ultrawide)

CÂMERA SECUNDÁRIA
Vídeo 2160p@24/30/60fps, 1080p@30/60/120fps
Recursos HDR
Dupla 12 MP, f/2.2 TOF 3D

Fonte: Canal Tech

Windows 10 pode ficar lento em computadores com disco rígido; indexação da busca poderá ser desativada durante alto uso de CPU


Vários relatos alegam que o sistema pode ficar muito lento em computadores com disco rígido (em vez de SSD) por causa da indexação da busca. Bem, finalmente a Microsoft está fazendo algo a respeito: esse recurso do Windows Search poderá ser desativado se outros programas estiverem consumindo muita CPU, se a bateria estiver fraca, ou se a economia de energia estiver ativa.

Essas mudanças estão valendo desde a build 18945, disponível para participantes do programa Insider. Se tudo der certo, elas serão expandidas para todos os usuários do Windows 10 na atualização do primeiro semestre de 2020.

O indexador da busca perderá prioridade ou será interrompido em uma dessas situações:

  • o uso de CPU ultrapassa 80%;
  • o uso de disco ultrapassa 70%;
  • a carga da bateria é menor que 50%;
  • no momento em que o dispositivo é desconectado da tomada para funcionar na bateria (ou seja, quando passa de corrente alternada para corrente contínua);
  • o modo de economia de bateria está ativado;
  • o modo de espera conectada (connected standby) está ligado;
  • o Modo de Jogo está ativado;
  • no momento em que a tela for desligada;
  • o dispositivo está acordando depois de estar no modo de baixa energia ou após o login.

O indexador do Windows Search vasculha o nome e conteúdo de seus arquivos para reunir informações como palavras e metadados. Dessa forma, o Windows 10 consegue exibir resultados mais rápido na busca do Explorador de Arquivos, Outlook, Linha do Tempo (Win + Tab) e em aplicativos universais (UWPs).

Windows 10 usa novo algoritmo para desativar indexação
Em 2018, a Microsoft fez um experimento entre usuários do programa Insider. Sempre que alguém desativava o indexador, o sistema exibia uma notificação perguntando o motivo. As principais justificativas eram: uso excessivo de disco e CPU; problemas gerais de desempenho; e baixo valor percebido desse recurso de busca.

Então, em julho de 2019, o Windows 10 ganhou um novo algoritmo que diminui a atividade de indexação avaliando diversos sinais, como alto consumo de disco. O Windows Search também deixou de vasculhar repositórios como o Git, que geralmente têm seus próprios indexadores; e parou de acompanhar as pastas de projetos do Visual Studio.

Ainda assim, a indexação acaba sendo desligada em alguns PCs. Desde a build 18945, o principal motivo é: "feito sem a intenção do usuário". Ou seja, algum aplicativo desativou automaticamente esse recurso do Windows Search. "Nosso palpite é que, à medida que nossos parceiros descobrirem como o indexador evoluiu, desabilitá-lo pode não ser mais necessário", diz a Microsoft.

O segundo principal motivo é "proteger o SSD de desgaste", algo que a Microsoft não comenta. Ainda não existe um consenso sobre isso: os drives de estado sólido não são tão frágeis como antigamente, mas têm suas limitações. Um teste do Tech Report descobriu que eles podem escrever 300 terabytes ou mais antes de apresentarem falhas — é o bastante para gravar 100 GB todo dia por 8 anos.


Milhares de assinantes do Disney+ tiveram suas contas invadidas, vendidas e até oferecidas de graça em fóruns de hackers. A ação foi notada por vários usuários, após terem o login bloqueado no serviço de streaming. Algumas dessas vítimas inclusive usaram as redes sociais para reclamar sobre a ação criminosa. “O Disney+ foi lançado há apenas 10 horas e minha conta já foi hackeada”, disse uma pessoa no Twitter.


“Não passou sequer metade de uma semana (desde o lançamento) e a conta do Disney+ do meu pai já foi invadida”, disse outro usuário.


Com isso, o site ZDNet resolveu fazer uma investigação sobre o caso e apontou que os invasores podem ter usado malwares e/ou combinações de email e senha vazadas em outras plataformas para realizar o delito.

Ainda segundo o veículo, logo os hackers começaram a vender essas informações na web — especialmente em países nos quais o serviço não está disponível —, por valores que variavam entre US$ 3 e US$ 11. Nesse último caso, algumas ofertas ultrapassaram o preço de assinatura original, de US$ 7.

Oferta de conta roubada do Disney + por US$ 3. (Fonte: ZDNet/Reprodução)

O ZDNet também localizou postagens com compartilhamento gratuito de vários logins do Disney+. Então, a equipe do site entrou em contato via emails listados; alguns usuários confirmaram ser donos das contas e relataram que elas ainda podiam ser acessadas normalmente.

Login ao serviço foi compartilhado de graça em fóruns online. (Fonte: ZDNet/Reprodução)

Disney não comentou o caso
Até o final da investigação, a Disney não se posicionou quanto à segurança nem quais medidas seriam tomadas com relação ao roubo de dados de seus assinantes. Diante disso, nota-se que há uma falha quanto ao suporte de autenticação multifatorial, o qual permitiria confirmar rapidamente a veracidade de uma conta via email ou SMS.

Já no caso dos usuários, recomenda-se a criação de uma senha diferente daquela utilizada no email. Isso não combate malwares, evidentemente, mas reduz as chances de seu uso em outras plataformas.

Outros problemas
O Disney + chegou aos Estados Unidos, Canadá e Holanda na última terça-feira (12). Em apenas 24 horas, acumulou mais de 10 milhões de assinaturas, mesmo lançado somente nesses países. Além do vazamento de dados, o início de suas operações foi marcado por instabilidades técnicas, de forma que algumas pessoas não conseguiam acessar alguns conteúdos da plataforma. Mais tarde, a situação foi corrigida pela companhia.

A previsão é que o serviço de streaming seja lançado em outros países a partir do início de 2020, e no Brasil isso deve ocorrer somente em novembro do próximo ano.

Fonte: Tecmundo

Nos próximos meses o app AdSense para celular será descontinuado, assim comunica o google por emails recebidos recentemente por editores da plataforma em todo o mundo. 

Imagem: Mario Batista

Email que chegou recentemente aos usuários da plataforma com o comunicado de futuras alterações.
Imagem: Reprodução Gmail

O google afirma que Quase 70% do público-alvo do AdSense experimentam a Web em dispositivos móveis. Alegam também que com as novas tecnologias de desenvolvimento para a plataforma web móvel o uso de seu aplicativo se torna quase obsoleto. Com a grande demanda mundial por dispositivos móveis, o natural é que o grande público use seus serviços de interesse nesses mesmos dispositivos, na maioria dos casos os usuários optam por acessar o Adsense através de navegadores móveis por terem sempre mais detalhes de faturamento e ferramentas que o App não dispõe.

Notificações com o aviso já estão chegando no aplicativo Adsense dos usuários da plataforma.
Imagem: Mario Batista

Pensando nisso é que o google tomou a decisão de investir pesado no adsense para web móvel, prometendo melhor desempenho e um Adsense mais otimizado.

Mas e o que acontece com o Widget do Adsense?
Imagem: Mario Batista (Números meramente ilustrativos)

Em um mundo onde cada minuto conta, a opção "Widget" do Adsense é uma ótima opção de economia de tempo para os mais ocupados, qual o destino então dessa função com a migração do App Adsense para web móvel?... Nos próximos meses também será feita a implementação do desenvolvimento de um PWA (Progressive Web App), essa opção colocará o serviço na tela inicial dos smartphones como se ele fosse um app – com a vantagem de não ter que ficar sendo atualizado através das respectivas lojas de aplicativos.

Tecnologia do Google cria várias fotos e combina melhores traços de cada uma para resultados surpreendentes

Com o Pixel 4 e Pixel 4 XL, o Google promoveu a inclusão do recurso de astrofotografia no arsenal de funcionalidades do sistema de câmeras dos celulares. A tecnologia, que também é disponibilizada a usuários dos Pixel 3A e Pixel 3, usa processamento de imagens e fotos de exposição maior para gerar imagens que revelam a beleza do céu noturno, mostrando estrelas e o contorno da Via Láctea, por exemplo. Explicamos o que é a astrofotografia e como o Google conseguiu tornar essa forma de arte, antes restrita à câmeras profissionais, presente em celulares.

O que é astrofotografia?
A astrofotografia consiste na arte de fotografar o céu noturno (embora astrofotografia diurna seja viável com filtros para captar o Sol, por exemplo). No geral, a ideia desse tipo de fotografia é explorar as características do cosmo, revelando estrelas, constelações, o perfil da nossa galáxia, demais astros, tudo com o auxílio ou não de lentes especiais e telescópios.

Entretanto, a fotografia no escuro exige algumas atenções. A primeira delas, pensando nas câmeras convencionais, é que boas capturas dependem de períodos de exposição mais longos: como a quantidade de luz emitida ou refletida pelos astros é bem pequena, é preciso deixar a câmera aberta em estado de captura por alguns instantes – o intervalo varia de dezenas de segundos a alguns minutos – a depender das características do céu no instante da foto, do equipamento e dos objetivos do fotógrafo.

Numa câmera profissional, seja DSLR ou mirrorless, o sensor é grande o suficiente para que uma exposição de alguns segundos baste para que a câmera capture informação luminosa suficiente para gerar uma imagem complexa de algo como o contorno da Via Láctea. No celular, os sensores normalmente são pequenos, o que pode gerar alguns problemas.

Os desafios da astrofotografia em celulares
A primeira ideia seria aumentar o período de exposição. Se na DSLR alguns segundos bastam para a captura, num celular apoiado num tripé e em modo manual talvez alguns minutos a mais compensassem o tamanho diminuto do sensor de imagem.

Como a Terra está em movimento, estrelas deixam rastro em fotos de longa exposição — Foto: Divulgação/Nikon

O problema é que, em geral, quanto mais prolongado o período de captura, maior a tendência de erros na imagem: o primeiro fator é a realidade de que a Terra está em movimento, e uma foto do céu noturno feita num intervalo de 10 minutos não irá mostrar pontos de luz identificáveis, mas sim o rastro de luz deixado pelas estrelas. Quando a captura terminar, as estrelas estarão num ponto diferente de quando o obturador foi disparado.

Fatores como oscilação da atmosfera e tremidas no aparelho acabam se tornando mais prováveis, comprometendo o resultado final.

A solução do Google
Imagem, capturada com um Pixel 4, permite distinguir estrelas e aglomerados — Foto: Reprodução/Android Central

O Google criou uma tecnologia que aproveita os recursos do modo noturno e os expande para permitir que fotos da Via Láctea.

O Pixel corrige o problema do movimento da Terra e dos astros com um processo que cria várias fotos de longa exposição – de até 4 minutos cada – e que são combinadas em tempo real pela inteligência artificial do Google. O algoritmo analisa cada foto para identificar as mudanças entre elas e monta o resultado final a partir da combinação – empilhamento – das fotos, criando uma composição com maior qualidade e que pode ser comparada com o que amadores obtém com câmeras mais sérias.

Essa abordagem, que usa várias imagens separadas para condensar um resultado final de maior qualidade, é a mesma usada por astrofotógrafos profissionais, ainda que de forma mais manual: quem se dedica a essa arte costuma gerar centenas de fotos por noite, que são depois processadas e empilhadas em softwares como o Deep Sky Stacker.

Outro processo de correção, chamado de Segmentação Semântica (Semantic Segmentation em inglês), compara cada parte de cada fotografia para identificar elementos isolados em busca de processos que podem ser úteis para melhorar o seu aspecto na imagem final: estrelas e pontos de luz, por exemplo, ganham filtros e efeitos que ressaltam a sua intensidade e cor, enquanto áreas escuras do céu são processadas de forma a eliminar distorções e reforçar o contraste.

Fonte: Techtudo

Para ele, a Marvel e Star Wars podem virar um problemas para a Disney…

Há pouco menos de uma semana, o Disney+ foi lançado nos Estados Unidos, vindo de vez para acabar com o império quase hegemônico da Netflix no que diz respeito às plataformas digitais de streaming. Já em sua primeira semana, o serviço conquistou milhões de usuários e promete novidades com seus conteúdos originais.

Recentemente, um dos empresários e executivos da Netflix, Ted Sarandos conversou com um dos apresentadores do Saturday Night Live, Chris Redd, durante uma reunião do Conselho Internacional de Paley Center. Lá, ele foi questionado sobre quais vantagens a Netflix teria sobre o Disney+. E de acordo com ele, a insistência da rival em universos compartilhados, como a Marvel e Star Wars, pode ser uma ruína a longo prazo:

“Todas as propriedades intelectuais que temos na Netflix que são originais, são criadas. Às vezes, de um universo ou de um livro, ou algo do tipo. Mas não temos universos aos quais nos sentimos presos. Eu acho que o risco de se prender a alguns universos é que eles são como cubos de gelo derretendo aos poucos. Você precisa se reinventar, o que é ótimo. Mas eu gosto da habilidade de se reinventar através das plataformas, através dos universos, através de ideias de conteúdo e programação, sem as restrições de alguns universos compartilhados.”

Com isso, ele quer dizer que o foco dado a alguns universos e franquias compartilhadas, como Star Wars e Marvel, pode acabar sendo um dos problemas da plataforma de streaming. De acordo com ele, o interesse do público pode cair aos poucos – e por isso ele usa a alegoria do cubo de gelo derretendo. Porém, se considerarmos a atual popularidade das duas franquias, o Disney+ não deve ter problemas nem tão cedo…

Aplicativo libera, aos poucos, alguns elementos do aguardado modo escuro para Android e iPhone (iOS)


O WhatsApp começou a dar pistas de que pode liberar o aguardado modo escuro em breve. A versão Beta do mensageiro para Android já exibe, há dias, um papel de parede noturno e uma tonalidade preta na tela de abertura, exibida logo antes das conversas do usuário. A mesma tela inicial em tom escuro surgiu no aplicativo experimental para iPhone (iOS) a partir desta quinta-feira (14).

Conforme observa o site especializado WABetaInfo, a atualização também esconde novas funções que poderão chegar em breve para ambas as plataformas. Por enquanto, permanece um mistério a data em que os usuários terão acesso ao modo escuro e a demais novidades que surgiram no Beta.

A última versão de testes do app para a plataforma da Apple também começa a mostrar a nova marca da empresa que controla o mensageiro: ao abrir o app, o usuário passa a ver o rótulo "from Facebook" (do Facebook) no rodapé.

Na versão Beta 2.19.332 para Android, há indícios de mudanças na função de bloquear contatos. Uma delas é um registro em texto no histórico da conversa ("Você bloqueou este usuário") que poderá permitir desbloquear pelo próprio chat, sem precisar abrir o menu da conversa ("Toque para desbloquear"). O app também testa um novo agrupamento de contatos bloqueados que separa números de estabelecimentos comerciais em uma categoria à parte automaticamente.

No iOS, a principal novidade está no "Código de registro", uma função que dá pistas sobre o aguardado suporte do mensageiro a múltiplos dispositivos ao mesmo tempo. Segundo o WABetaInfo, o mensageiro para iPhone já mostra telas que envolvem o novo sistema de autenticação: ao fazer login em um novo aparelho, o usuário poderá receber um código de ativação em um dispositivo já autorizado para validar a entrada. O método lembra o tipo de login utilizado pelo rival Telegram.

Alguns elementos do modo escuro já começam a surgir no WhatsApp Beta — Foto: Reprodução/Paulo Alves

Várias telas noturnas já aparecem no aplicativo quando o modo escuro nativo está ativado no iOS 13 ou nos sistemas Android 9 (Pie) e 10. As funções flagradas pelo WABetaInfo, por outro lado, ainda não estão ativas até mesmo para quem está cadastrado nos programas de testes da Google Play Store e da App Store.

Via: WABetaInfo (1 e 2)

O Facebook já vem aos poucos realizando integração com o Instagram e em breve pode lançar um novo recurso bem parecido com sua rede social de imagens. Chamada de “Fotos Populares”, a nova opção usa algoritmos para selecionar fotos dos amigos dos álbuns do próprio Facebook, em uma interface com pouco texto, bem semelhante à plataforma-irmã.

A novidade foi descoberta pelo TechCrunch e deve oferecer uma navegação mais simples e visualmente menos poluída na rede social principal quando o assunto é a visualização de fotos. Todas as diversas informações, incluindo anúncios e dezenas de links exibidos com as imagens, deixam o Facebook com um layout bem mais agressivo do que apps baseados em comunicação visual, a exemplo do Snapchat e do TikTok — e, claro, também afasta o público que prefere uma experiência mais relaxante.

O “Fotos Populares” aparece como opção quando você abre alguma imagem a partir de postagens dos amigos. Um modo com fundo escuro resume o texto e o painel fica semelhante ao do Instagram. Ou seja: as fotos ficam dispostas para rolagem em sequência. Há um botão para curtir e outro para comentar, também.


(Imagem: Reprodução/Tech Crunch)

Um porta-voz do Facebook confirmou que o “Fotos Populares” vem sendo testado com um número bem limitado de usuários desde outubro. As avaliações já terminaram e agora o recurso passa por revisão, sem previsão de estreia. A rede social deve ter interesse de lançá-lo logo, pois seria mais um espaço com potencial de comercialização para anunciantes.

Fonte: Tech Crunch

O Realme X é um modelo com um custo-benefício acima da média, trazendo uma configuração atualizada e tela acima da média, com tecnologia AMOLED, bateria acima da média, câmera de 48 megapixels e sensor de impressões digitais na tela.

LANÇAMENTO: 29.MAI.2019

Display: 6.53"
Sistema Operacional: Android 9.0 (Pie)
Resolução: 1080 x 2340px
Capacidade: 128 GB, 8 GB RAM ou 64 GB, 4/6 GB RAM
Cartão de Memória: Não
Tecnologia de Rede: GSM / CDMA / HSPA / LTE


Ficha Técnica
REDE
Tecnologia GSM / CDMA / HSPA / LTE
Bandas 2G GSM 850 / 900 / 1800 / 1900
Bandas 3G HSDPA 850 / 900 / 1700(AWS) / 2100
Velocidade HSPA 42.2/11.5 Mbps, LTE-A (2CA) Cat6 300/75 Mbps
Bandas 4G Banda LTE 1(2100), 3(1800), 4(1700/2100), 5(850), 8(900), 34(2000), 38(2600), 39(1900), 40(2300), 41(2500)


ESTRUTURA
Dimensões 161.2 x 76 x 8.6 mm
Peso 191 g
SIM Card Dual SIM (Nano SIM)
Corpo Gorilla Glass 5, corpo de plástico


TELA
Tipo AMOLED
Tamanho 6.53 polegadas
Resolução 1080 x 2340 pixels
Proteção Gorilla Glass 5


PLATAFORMA
Sistema operacional Android 9.0 (Pie)
CPU Octa-core (2x2.2 GHz Kryo 360 Gold & 6x1.7 GHz Kryo 360 Silver)
GPU Adreno 616
Chipset Qualcomm SDM710 Snapdragon 710 (10 nm)


MEMÓRIA
Cartão de Memória Não
Interna 128 GB, 8 GB RAM ou 64 GB, 4/6 GB RAM


ÁUDIO
Alto-Falantes Sim
Saída 3.5mm Sim

CONEXÕES
Wireless Wi-Fi ac
Bluetooth 5.0
GPS GPS, GLONASS, BDS
Rádio Sim
USB Tipo-C (1.0) 

RECURSOS
Sensores Sensor de impressões digitais embutido na tela, acelerômetro, giroscópio, proximidade, bússola

CÂMERA PRINCIPAL
Recursos Flash LED, HDR
Vídeo 2160p@30fps, 1080p@30fps, 1080p@120fps, 720p@960fps
Dupla 48 MP, f/1.7, (wide), 26mm (wide), 1/2", 0.8µm, PDAF + 5 MP, f/2.4, sensor de profundidade

CÂMERA SECUNDÁRIA
Única Pop-up 16 MP, f/2.0, 25mm (wide), 1/3", 1.0µm
Vídeo 1080p@30fps
Recursos HDR

Fonte: Canaltech


A gigante das mídias sociais Facebook, ao longo dos anos, meio que costuma se desculpar por várias coisas, como não dar prioridade à privacidade dos usuários. A gigante mais uma vez pediu desculpas, mas desta vez é pelo "problema" do racismo na empresa.

De acordo com um relatório da CNBC, um blog anônimo reclamou que o Facebook tinha uma “cultura racista em relação às negras, hispânicas e mulheres asiáticas”.

Bertie Thomson, vice-presidente de comunicações corporativas do Facebook disse em um comunicado: “Ninguém no Facebook, ou em qualquer outro lugar, deveria ter que suportar esse comportamento. Nos desculpe. Isso vai contra tudo o que defendemos como empresa. Estamos ouvindo e trabalhando duro para fazer melhor."

O blog anônimo foi escrito por 12 funcionários do Facebook atuais e que trabalharam na empresa, os mesmos compartilharam suas histórias de como eles foram tratados pelos “gerentes do Facebook, parceiros de negócios de RH e seus colegas brancos”.

Eles também descreveram as razões pelas quais eles escolheram ser anônimos. “Nós permanecemos anônimos porque o Facebook cria uma cultura hostil em que qualquer pessoa que não seja branca é levada a sentir medo em seu trabalho e de sua segurança para denunciar maus comportamentos. Há pouco ou nenhum cuidado em termos de responsabilidades, classificações e revisões.”

Na postagem do blog, os funcionários reclamaram que o trabalho no Facebook teve um impacto severo em seu bem-estar físico e mental. "O resultado desse comportamento negligente, hostil e agressivo dos gerentes e representantes do Facebook em RH causou um declínio significativo em nossa saúde física e mental e dificultou significativamente, se não impossível, continuar trabalhando".

Os 12 funcionários disseram ainda que realmente não têm recursos para realizar qualquer tipo de ação contra o Facebook. Nem eles podem se dar ao luxo de ser "vulneráveis externamente porque o Facebook nos tornou um alvo vulnerável internamente".

Fonte: Gadgets now

Referência do Modelo: XT 1970-1 

Como o nome indica, o Motorola One Vision vem com o Android One como sistema operacional, além de oferecer uma configuração interessantes para o segmento intermediário, contando com um orifício frontal para a câmera.

LANÇAMENTO: 15.MAI.2019

Display: 6.3"
Sistema Operacional: Android 9.0 (Pie)
Resolução: 1080 x 2520px
Capacidade: 128 GB, 4 GB RAM
Cartão de Memória: microSD até 1 TB (compartilha a gaveta do SIM)
Tecnologia de Rede: GSM / HSPA / LTE
Outros nomes no mercado: One Vision


Ficha Técnica
REDE
Tecnologia GSM / HSPA / LTE
Bandas 2G GSM 850 / 900 / 1800 / 1900
Bandas 3G HSDPA 850 / 900 / 1700(AWS) / 1900 / 2100
Velocidade HSPA 42.2/5.76 Mbps, LTE-A (2CA) Cat6 300/50 Mbps
Bandas 4G Banda LTE 1(2100), 2(1900), 3(1800), 4(1700/2100), 5(850), 7(2600), 8(900), 12(700), 17(700), 28(700), 66(1700/2100)


ESTRUTURA
Dimensões 160.1 x 71.2 x 8.7 mm
Peso 180 g
SIM Card Single SIM (Nano-SIM) ou Dual SIM (Nano-SIM)
Corpo Vidro frontal e traseiro, bordas de plástico
TELA
Tipo LTPS IPS LCD
Tamanho 6.3 polegadas
Resolução 1080 x 2520 pixels
Proteção Gorilla Glass

PLATAFORMA
Sistema operacional Android 9.0 (Pie)
CPU Octa-core 2.2 GHz
GPU Mali-G72 MP3
Chipset Exynos 9609


MEMÓRIA
Cartão de Memória microSD até 1 TB (compartilha a gaveta do SIM)
Interna 128 GB, 4 GB RAM
ÁUDIO
Alto-Falantes Sim
Saída 3.5mm Sim


CONEXÕES
Wireless Wi-Fi ac
Bluetooth 5.0
GPS GPS, GLONASS, GALILEO, BDS
Rádio Sim
USB 2.0, Tipo-C
NFC Sim


RECURSOS
Sensores Leitor de digitais (traseiro), acelerômetro, giroscópio, proximidade, bússola


CÂMERA PRINCIPAL
Recursos LED duplo, flash em dois tons, HDR
Vídeo 2160p@30fps, 1080p@30/60fps
Dupla 48 MP, f/1.7, (wide), 1/2", 0.8µm, PDAF, estabilização óptica + 5 MP, f/2.2, sensor de profundidade

CÂMERA SECUNDÁRIA
Única 25 MP, f/2.0, 0.9µm
Vídeo 1080p@30fps

Fonte: Canaltech

Referência do Modelo: XT2015-2

O vem com um chip típico de um modelo intermediário, ainda que bastante limitado pelos 3 GB de memória RAM e 32 GB de memória interna em algumas versões. Vem também com um conjunto de câmeras triplas na parte traseira.

LANÇAMENTO: 24.OUT.2019

Display: 6.2"
Sistema Operacional: Android 9.0 (Pie)
Resolução: 720 x 1520px
Capacidade: 32 GB 3 GB RAM, 64 GB 4 GB RAM
Cartão de Memória: microSD até 512 GB (gaveta compartilhada)
Tecnologia de Rede: GSM / HSPA / LTE


Ficha Técnica
REDE
Tecnologia GSM / HSPA / LTE
Bandas 2G GSM 850 / 900 / 1800 / 1900
Bandas 3G HSDPA 850 / 900 / 1700(AWS) / 1900 / 2100
Velocidade HSPA 42.2/5.76 Mbps, LTE-A
Bandas 4G LTE


ESTRUTURA
Dimensões -
Peso -
SIM Card Dual SIM (Nano SIM + Micro SIM)


TELA
Tipo LCD IPS
Tamanho 6.2 polegadas
Resolução 720 x 1520 pixels


PLATAFORMA
Sistema operacional Android 9.0 (Pie)
CPU Octa-core (4x2.0 GHz Cortex-A73 & 4x2.0 GHz Cortex-A53)
GPU Mali-G72 MP3
Chipset Mediatek MT6771 Helio P60 (12 nm)


MEMÓRIA
Cartão de Memória microSD até 512 GB (gaveta compartilhada)
Interna 32 GB 3 GB RAM, 64 GB 4 GB RAM


ÁUDIO
Alto-Falantes Sim
Saída 3.5mm Sim


CONEXÕES
Wireless Wifi n
Bluetooth 5.0
GPS GPS, GLONASS, BDS, GALILEO
Rádio Sim
USB microUSB 2.0
NFC Sim


RECURSOS
Sensores Leitor de digitais (traseiro), acelerômetro, proximidade, bússola

CÂMERA PRINCIPAL
Recursos Flash LED, HDR
Vídeo 2160p@30fps, 1080p@30fps
Tripla 48 MP, f/1.7, (wide), 1/2", 0.8µm, PDAF, foco laser + 16 MP, f/2.2, 14mm (ultrawide), câmera dedicada para vídeo, 5 MP, f/2.2, sensor de profundidade

CÂMERA SECUNDÁRIA
Única 25 MP
Vídeo 1080p@30fps
Recursos HDR

Fonte: Canaltech

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