Conheça o Chip de celular com segurança mais forte do mundo criado pela Samsung

Chip S3FV9RR foi considerado o componente mais seguro entre todos os modelos. Tecnologia deve estrear no Galaxy Note 20.


A Samsung apresentou uma nova solução de segurança para proteger dados de celulares. A novidade foi intitulada de S3FV9RR e consiste em um chip do tipo Elemento Seguro (SE, em inglês). O componente trabalha em conjunto com um software de segurança aprimorado em relação à versão anterior, implementada na linha do Galaxy S20.

A proposta é de oferecer maior proteção contra ataques maliciosos e atualizações de software. Rumores apontam que o produto deve começar a ser incluído na série de smartphones Galaxy Note 20, prevista para ser lançada em agosto de 2020.

Foto: Divulgação/Samsung

Chip de segunça Samsung deve chegar ao mercado no lançamento do Galaxy Note 20 — Foto: Divulgação/Samsung

De acordo com o teste Common Criteria Evaluation Assurance Level, o chip recebeu a classificação mais alta em quesitos de segurança para um componente móvel até o momento. Em uma escala de EAL0 a EAL7, em que o sete representa maior proteção, o lançamento da gigante sul-coreana recebeu certificação 6+. O antecessor S3K250AF, presente no Galaxy S20, era qualificado como 5+.

Ainda em comparação com a primeira geração, a solução conta com o dobro de armazenamento. Além disso, o novo chip é capaz de suportar ferramentas implementadas como o Root of Trust (RoT) e inicialização segura.

Isto significa que, basicamente, quando um dispositivo com o novo componente é inicializado, uma corrente de confiança se ativa e todo sistema é sequencialmente validado com chaves previamente aprovadas. Dessa maneira, o telefone deverá estar protegido em tarefas como inicialização, armazenamento isolado e pagamentos móveis.

Chip S3FV9RR conta com o dobro de capacidade de armazenamento da geração anterior — Foto: Divulgação/Samsung

A Samsung afirma que o chip S3FV9RR trata-se de um componente versátil, já que pode funcionar independente do desempenho de segurança do processador principal do aparelho. De acordo com a empresa, o recurso atende aos requisitos do módulo de segurança para operações criptografadas para uma versão futura do sistema operacional, provavelmente o Android 11.

Além de smartphones, a novidade também poderá ser implementada em passaportes eletrônicos e carteiras de criptomoeda.

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